domingo, 9 de dezembro de 2012

Eventos - Familia Castelo Branco


Eventos que atuaram se forma significativa na vida dos membros das famílias durante sua existência.

1721 – Seca.
1722 – Seca.
1723 – Seca.
1724 – Seca.
1725 – Seca.
 
1760 - José de Melo Castelo Branco
          Nascido em Pernambuco, filho de João de Melo Castelo Branco e de Teresa Francisca Benedita. Mudou-se para os Inhamuns.  Casou-se com Joana do Rego Bezerra.
 
1777 – Seca, a pecuária é atingida. Restou cerca de 8%.
1778 – Seca.
1779 – Seca, morreu cerca de 5% da população Brasileira.
1790 – Seca.
1791 – Seca.
1792 – Seca. “Segundo Joaquim Catunda, neste ano, as águas desapareceram completamente em grande parte da Capitânia. Morreram os gados, os vaqueiros, muitos fazendeiros e os animais domésticos e bravios”.
1793 – Seca.
 
1801 - Thomé de Oliveira Brito
Nascido em Quixeramobim em 1801. Falecido em Baturité de inflamação a 25/07/1892 aos 92 anos. Casou-se com Marcolina de Castelo Branco.
 
1802 – Seca.
1803 – Seca.
1804 – Seca.
 
1818 – Monte Mor o novo da América (Baturité) tinha nesta época 84 casas, muitas cobertas de palha.  (Jornal A Verdade, 10/09/1972, pág. 3)
 
1823 – Antonio Benicio Saraiva Leão Castelo Branco
           Nascido a 23/08/1823 e falecido em Baturité a 26/05/1920, aos 97 anos.  Casou-se com Dona Alexandrina Bezerra Castelo Branco.
 
1825 – Seca. Ceará teve que pagar o Tributo de muitas Vítimas.
          “A nossa serra, coberta de extensas matas, conservou-se incólume, humida e abundande d`água até a terceira década do século XIX, quando de 1825 em diante, desenvolveu-se para ela intensa emigração e seqüente devastação dos seus bosques, de modo insólito e imprevidente e sem providências até hoje (1933), não obstante reclamações e advertências do próprio poder público desde 1810...”  Subsidio, Geográfico, Histórico e Estatístico – Pedro Catão.
Portanto, a seca de 1825 marca o inicio da emigração sertaneja, que seria intensificada pela cultura do café, que com êxito ao mesmo tempo foi ensaiada, segundo Pedro Catão.
 
1830 – Ato Provincial de 17/06/1860, mudou o nome de Monte Mor o Novo D`América para Baturité.
 
1834 – Alexandrina Bezerra Castelo Branco
Nascida a 28/03/1834 e falecida em Baturité a 05/01/1912, aos 78 anos.
 
1839 –1- José Nogueira Castelo Branco
Nascido em Baturité em 1839 e falecido de constipação em Baturité a 13/01/1895, aos 56 anos.  Casou-se com Maria Laurinda da Silveira.
 
Pais de:
 
1.1 - Izabel Castelo Branco
Nascida em Baturité em 1891 e falecida em Baturité de dentição a 16/04/1892, com 1 ano.

1839 – José Antonio de Castelo Branco
Nascido em Banabuiú em 1839 e falecido em Baturité a 19/10/1877, aos 38 anos de febre. Branco. Casou-se com Maria Filismina Castelo Branco.

 A Cadeia de Baturité, ficava no local onde hoje existe a Praça Waldemar Falcão. Mundin de Baturité, pág. 16.

1842 - José Pereira Castello Branco
            Filho de Manoel Felipe Pereira Castello Branco. Primeiro Tabelião do Cartório Baturité - 2º Ofício, no período de 12/04/1842 a 25/02/1855. Aforou terras do Patrimônio Municipal - 14/11/1848.
         
1847 - José Alexandre Castello Branco
            Filho de Manoel Felipe Pereira Castello Branco  12/08/1847 - Secretário da Câmara até 20/07/1854. Aforou terras do Patrimônio Municipal - 14/11/1848.
 
1849 – Manoel Antonio da Silva Castelo Branco
             Nascido em 1849 e falecido em Baturité a 14/10/1877, aos 28 anos, branco, solteiro e de febre.  

1853 – Josefa Maria do Nascimento Castello Branco
              Nascida em 1853, falecida solteira a 20/11/1877, aos 24 anos. Tísica. 

1858 – Antonio Benício Saraiva Leão Castelo Branco
            Juiz de Direito da Câmara Deputado Provincial - 1872-1877
      
Registro de Imóvel 1900 :
Av. João Cordeiro (Dom Bosco)
Praça Santa Luzia
Rua 1º de Março
Trav. das Lages

Registro de Imóvel 1901, 1902 e 1903 (Herdeiros):
Av. João Cordeiro (Dom Bosco)
Praça Santa Luzia
Rua 1º de Março
Trav. das Lages

1859 - Major Antonio Pereira Castelo Branco
             09/08/1859 - Secretário interino da Câmara

Registro de Imóvel 1882 e 1883:
Putiú – Residência.

Registro de Imóvel 1900, 1901 e 1902:
Rua 1º de Março         

Pai de:

José Castelo Branco
            Nascido em Baturité em 1892 e falecido em Baturité de dentição a 28/04/1892, com 2 meses. 

1859 - Dr. Antonio Pereira da Silveira Castelo Branco
            Deputado Provincial - 1870-1871
Juiz Municipal Substituto em Baturité (1871)
Deputado Provincial - 1872-1875
Procurador da Câmara de 06/12/1872 a 04/01/1876
Testemunha aforamento de Teles José Cavalcante (18/07/1873)
Juiz Municipal – 1884.
Emprego na Câmara – 30/04/1884.
 
1860 a 1862 - Terrível epidemia de cólera varreu os sertões nordestinos. <Às Margens da História do Ceará> Gustavo Barroso. Ed. ABC.
 
1860 - 1 - José Antonio Pinheiro Castello Branco
 
Pai de:
 
1.1  - Capitão Antonio Pinheiro Castello Branco
            Assinou a rogo de José Antonio Pinheiro - 26/01/1860 (seu Pai).
            Assinou a rogo de Francisco Lopes Montanha - 15/02/1861.
            Registra sua Marca na Secretaria da Câmara –03/06/877.

Registro de Imóvel 1882:
Rua do Commercio 31 – Residência

Registro de Imóveis 1883:
Rua do Commercio 31 – Residência
Rua do Commercio 32,34,38,44,54,66
Rua 7 de Setembro 66
Rua do Rio Putiú (2) 

Um dos diretores da Sociedade Redentora Baturiteense em 24/01/1883.

Registro de Imóveis 1901, 1902 e 1903:
Rua 7 de Setembro
Travessa da Rapoza
Rua 1º de Março
Rua 16 de Novembro
Rua 15 de Novembro

           Pai de: 

1.1.1     - Jozé Pinheiro Castello Branco
           Morre em 16/02/1877 - de Febre.
 

Crônica de José Maciel – Jornal A Verdade 10/09/1972. O velho Torrão. 

          O Capitão Antonio Pinheiro Castelo Branco, um cidadão idoso, alto, forte, de cabelos brancos e uma barbicha despontada a modo de pêra, morava na Rua do comércio e era vizinho do comerciante português Joaquim da Costa Braga, com quem se aparentava, não sei por que vias.

          Morando em vasto casarão, estava constantemente sentado num ângulo da pequena ante-sala onde, durante toda a minha infância, ao passar por ali, via-o sempre com um enorme lenço vermelho removendo o nariz, em mio a espirros estridentes, o rapé que sorvia em quantidade considerável, certamente para prevenir a pituitá.

          O posto de Capitão deve ter vindo da Guarda Nacional, mas não sei ao certo, pois ao tempo, a gente simples costumava atribuir aos mais velhos e arranjados patentes que variavam segundo a idade.

          Como quer que seja, o Capitão Antonio Pinheiro Castelo Branco, sem arredar pé da casa, era conhecidíssimo na cidade, e até me lembro de particularidades, como por exemplo, da camisa e calças brancas bem como dos chinelos de marroquim escuro e meias brancas que compunham o traje invariável desse ilustre baturiteense a quem nunca vi senão na quase deserta ante-sala do velho solar onde sob seus passos, mesmos prudentes, as taboas carcomidas do assoalho gingavam com um ruído abafado.           

          No quarteirão, aliás o mais apresentável da tradicionalidade, vivia desde dezenas de anos, um púgilo de cidadãos representantes de linhagens respeitáveis tais como, Bragas, Falcões, Matos Mácieis, Motas, Albuquerques, Leais, Paivas, Pintos e outros .

          Baturité era, então, essa gente, esses patriarcas que, somados a muitos outros seria longo e fastidioso descrever. Muitos desses antepassados acostumados, de boa vontade, à conjuntura criada pelo natural envolver do tempo, aderiram ao surto migratório que levou para a Capital do Estado uma considerável parcela da população, de modo que, dentro de uma década, a cidade viu renovado o seu elemento humano.

          É de crer que tenha acontecido o mesmo por todos os recantos do norte, de vez que o fim da segunda guerra significou não só para nós, mas para o mundo inteiro, a renovação das coisas, do tempo, dos homens, da vida enfim.

          Voltando, porém, a Antonio Pinheiro Castelo Branco, cabe explicar que foi objeto desta Crônica simplesmente por causa da minha longínqua preocupação com tão vistoso lenço vermelho, com aquela barba branca a Washington Luiz, com os espirros barulhentos, com aquelas chinelas de marroquim, enfim com a sua estranha figura de cidadão respeitável e eminentemente conservador. 

 

1872 - José Tibúrcio Castelo Branco
Procurador da Câmara de 12/06/1872 a 06/08/1872.
Possuía uma casa na Rua do Commercio até 1975, quando transferiu para Manoel Carlos Maciel.
 
1872 - Raimundo Pinheiro Castelo Branco
Testemunha aforamento de Francisco José de Oliveira - 12/07/1872.
Testemunha aforamento de José Correia Lima - 30/01/1873. 
 
1873 – 1 - João Evangelista Castelo Branco
 Testemunha aforamento de José Correia Lima - 30/01/1873.
Testemunha aforamento de Teles José Cavalcante - 02/03/1873.
Registro de Imóvel 1882 e 1883:
Rua 7 de Setembro 35 – Residência.
          Rua do Commercio nº 82.
 
Pai de:
 
1.1 - Luiz Castelo Branco 
Nascido em Baturité em 1877. Falecido em Baturité a 29/12/1877- com 5 meses de Espasmo.
 
1874 - Euclides Castelo Branco 
Nascido em Baturité em 1874. Falecido Solteiro tisico em Baturité aos 21 anos a 13/10/1895.
 
1875 - 1 - Thibaltino Pinheiro Castello Branco         
Branco
Testemunha aforamento de Zacarias José Ferreira - 29/04/1875.
Registrou sua Marca na Secretaria da Câmara - 13/05/1875.
Testemunha aforamento de João Francisco Pereira - 25/05/1875.
Ele assinava = Tibaltino.
Registro de Imóvel 1882 1883:
Rua da Palma – Residência
 
Pai de:
 
1.1 - Izabel Pinheiro Castelo Branco
1.2 - Gerôncio Pinheiro Castelo Branco
 
1.1 - Izabel Pinheiro Castelo Branco 
Nascida em Baturité em 1876. Falecida em Baturité a 03/05/1877 - com 1 ano de idade de malina.
 
1.2 - Gerôncio Pinheiro Castelo Branco 
Nascido em Baturité e falecido em Baturité a 26/11/1877 - com 1 Mês.
 
1875 – Irineu Alexandre de Castelo Branco 
Registrou sua Marca na Secretaria da Câmara - 13/05/1875
 
1876 – 1 - Maria Conceição Castelo Branco Paiva da Silva
Nascida a 18/04/1876 e Falecida em Baturite a 23/07/1948. Casou-se com Vicente Gonçalves da Silva (Vicente Carcará), nascido a 18/04/1876 e falecido em Baturite a 13/11/1934. Que “Se identificava pela gargalhada sonora e pela honestidade inteiriça. Era comerciante”. José Maciel Pág. 238. Moravam vizinhos à casa de Zé Pinto do Carmo na Rua 15 de Novembro.
 
          Pais de:
 
1.1 - Abias Castelo Banco Paiva da Silva
1.2 - Zélia Silva Braga
1.3 – Branca Castelo Branco Paiva da Silva
1.4 - Esther Castelo Branco Paiva da Silva
1.5 - José Castelo Branco Paiva da Silva
1.6 – Iza Castelo Branco Paiva da Silva
1.7 – Olívia Castelo Branco Paiva da Silva
1.8 – Alzira Castelo Branco Paiva da silva
1.9 – Custódio Castelo Branco Paiva da Silva
1.10 – Frutuoso Castelo Branco Paiva da silva
 
1.1 - Abias Castelo Banco Paiva da Silva
         Nascido em Baturité.
 
1.2 - Zélia Silva Braga
         Nascida em Baturité. Casou-se com Francisco Braga Filho, filho do Alfaiate Francisco Braga que faleceu no Rio de Janeiro em 1985. 

Pais de:

1.2.1 - General Newton Ciro Braga
1.2.2 – Laize Leda Silva Braga  
1.2.3 - Yeda Inês Silva Braga

1.2.1 - General Newton Ciro Braga
           Exerceu o Cargo de Secretário Geral do Ministério dos Transportes.  

1.2.2 – Laize Leda Silva Braga
           Nascida em Baturité. Assistente social.

1.2.3 - Yeda Inês Silva Braga     
          Nascida em Baturité. Advogada.
 
1.3 – Branca Castelo Branco Paiva da Silva     
Nascida em Baturité.
 
1.4 - Esther Castelo Branco Paiva da Silva         
Nascida em Baturité.
 
1.5 - José Castelo Branco Paiva da Silva         
Nascido em Baturité.
 
1.6 – Iza Castelo Branco Paiva da Silva 
          Nascida em Baturité.
 
1.7 – Olívia Castelo Branco Paiva da Silva 
          Nascida em Baturité.
 
1.8 – Alzira Castelo Branco Paiva da Silva 
Nascida em Baturité. Irmã Religiosa
 
1.9 – Custódio Castelo Branco Paiva da Silva
          Nascido em Baturité.
 
Pais de:
 
1.9.1 - Alzira
          Nascida em Baturité. Professora
  
1.10 – Frutuoso Castelo Branco Paiva da Silva 
          Nascido em Baturité.
 
1877 – Seca
          Novamente, o flagelo atingiu o sertão. A pecuária foi severamente atingida, Segundo Thomaz Pompeu, no Ceará o gado ficou reduzido a 1/8. Fazendeiros que recolhiam 1.000 bezerros não ficaram com 20 nos anos seguintes.
Os efeitos da seca, fome, cólera, febre amarela, varíola e devido ao desequilíbrio ecológico: praga de cascáveis.
 
1878 – Seca. A Igreja de Santa Luzia de Baturité foi inaugurada em 07/09/1879. Sua construção foi iniciada na grande seca de 1877/1878 pelo Governo Imperial como obra de assistência aos flagelados.
O Prédio da Prefeitura Municipal de Baturité, teve sua construção iniciada em 1878, como obra de assistência aos flagelados. Assim como também o prédio da Cadeia Pública. 
Milhares de cearenses acabaram forçados a emigrar para o Amazonas. Só de janeiro a junho de 1878, pelos portos de Fortaleza e Aracati, cerca de 35.000 deixaram a Província, a maioria para a Amazônia. O próprio Governo estimulava a emigração ao distribuir as rações dos flagelados e pagando passagens.
Em Baturité, a Câmara foi acusada de não só se desinteressar dos problemas dos flagelados – chegando a demitir o médico que cuidava dos pobres, como também de aumentar os salários dos seus funcionários.
Morreram no Ceará cerca de 200.000 de 1877 a 1880.
 
1879 – Seca
 
1882 e 1883 - Francisco Castelo Branco
             Registro de Imóvel dos herdeiros de Francisco Castelo Branco Praça da Matriz, 66.
 
1882 – Capitão Antonio José Pereira Leite Castelo Branco
 
1882 – Dr. Cordelino Castelo Branco Cordeiro 
          Juiz de Direito.
 
1882 - Neste ano, inaugurou-se a estação da estrada de ferro de Baturité, grande realização de João Cordeiro, a convite de quem visitou Baturité, o grande orador abolicionista José do Patrocínio.
 
1883 – Abolição dos Escravos em Baturité – 25/03/1883. 
 
1884 - Raymundo Alexandre Castello Branco
Fiscal da Câmara - Sentença como Réu da Câmara a 03/07/1884.
Paga sentença como Réu. 10/03/1886.
Sessão da Câmara de 10/07/1888 - Nomeado Fiscal do Arraial de Pendência.
 
1884 - 1 - Raymundo Nonato Castelo Branco
Presente a inauguração do Novo Mercado da Carne, em 31/10/1896. Quando era Presidente da Câmara: Alfredo Dutra de Souza. Depois de demolido foi construído em seu lugar a Agência do Banco do Brasil.
 
Pai de:
 
1.1 - Manoel Castelo Branco 
         Nascido em Baturité. Falecido em 22/12/1884 – aborto em 2 horas. 

1888 – Seca - O Governo Imperial constroi a estrada Baturité a Conceição (Guaramiranga), usando a mão de obra dos flagelados da seca.

1888 - Antonio Victor Castelo Branco
             Aparece como réu em processo da Câmara - 10/07/1888.

1889 - Conde D´eu
            Visita Baturité - 07/08/1889, e pela estrada construída no ano anterior visita Conceição. (Guaramiranga)

1 -                    Castello Branco

          Pais de:

1.1 - José Castello Branco (Zefim)
1.2 – Abel Castello Branco

1.1 - José Castello Branco (Zefim)     
         Casou-se com Maria Joaquina Castello Branco. 

          Pais de: 

1.1.1 – Firmino Castello Branco      
          Casou-se com Alvina Rocha Castello Branco, filha de Bernardo Martins da Rocha e de Maria José da Rocha. 

          Pais de: 

1.1.1.1 – Francisca Castello Branco (Franquinha)
1.1.1.2 – Maria Castello Branco
1.1.1.3 – Clotilde Castello Branco
1.1.1.4 – Lídia Castello Branco

1.1.1.1 – Francisca Castello Branco (Fransquinha)     
            Nascida a 21/03/1930, em Riachão do Panta, Baturité. Casou-se com Eurico da Costa Pinheiro, filho de Francisco Pinheiro. ((Livro 14 fls 103 verso, Cartório Rubens Thaumaturgo).

         Pais de:

1.1.1.1.1 – José Odebrando da Costa
1.1.1.1.2 – Francisco idelbrando da Costa
1.1.1.1.3 – Francisco Pinheiro Neto
1.1.1.1.4 – Maria Berenice Castelo Branco
1.1.1.1.5 – Manoel Castelo Branco
1.1.1.1.6 – Maria Pinheiro Castelo Branco
1.1.1.1.7 – Feliz Alvina Castello Branco Neta
1.1.1.1.8 – Francisca Helena Pinheiro Castelo Branco

1.1.1.2 – Maria Castello Branco      
           Nascida em Baturité.

1.1.1.3 – Clotilde Castello Branco     
           Nascida em Baturité. Casou-se com Mário Porfírio.

1.1.1.4 – Lídia Castello Branco 
          Nascida em Baturité. Reside no Pará.

1.2 – Abel Castello Branco     
           Casou-se com

          Pais de:

1.2.1 – José Castello Branco       
           Nascido em Baturité. asou-se com Rita Silveira Castelo Branco
          06/11/1987 - presente a homenagem póstuma a Raimundo Viana.           

          Pais de: 

1.2.1.1 – Elenira Silveira Castelo Branco (Tatá)
1.2.1.2 – Elenice Silveira Castelo Branco

1.2.1.1 – Elenira Silveira Castelo Branco (Tatá)

1.2.1.2 – Elenice Silveira Castelo Branco

          Casou-se com

          Pais de: 

1.2.1.2.1 – Orlando Silveira
1.2.1.2.2 – Elenor Silveira 

1.2.1.2.1 – Orlando Silveira   
           Casou-se com

           Pais de: 

1.2.1.2.1.1 – Thais Silveira
1.2.1.2.1.2 – Gabryel Silveira
1.2.1.2.1.3 – Vinicyus Silveira 

1.2.1.2.2 – Elenor Silveira

 1890 - 1. José Pereira Castelo Branco

            Pai de: 

1.1 - Maria Castelo Branco
            Nascida em Pacoti em 1890 e falecida em Baturité de dentição a 24/01/1891, com 1 ano.

1.2 - Francisco Castelo Branco

             Nascido em Baturité em 1891 e falecido em Baturité de espasmo a 29/12/1891, com 3 meses.          

1.3 - José Castelo Branco        

            Nascido em 1895 em Baturité e falecido em 21/01/1895 em Baturité de espasmo, com 15 dias.

1893 - 1 - Raimundo Pereira Castelo Branco

          Pai de:

1.1 - Honorata Castelo Branco
Nascida em Baturité em 1893 e falecida em Baturité de espasmo a 23/12/1893.

1893
1 - Manoel Elias Castelo Branco

Registro de Imóvel 1900:
Rua da Laranjeira
Rua General Sampaio.

Registro de Imóvel 1902:
Rua da Laranjeira

Registro de Imóvel 1903:
Rua General Sampaio.

          Pai de: 

1.1 - Maria Castelo Branco
Falecida a 08/03/1893 em Baturité de espasmo.

1898 – Seca
1899 – Seca
1900 – Seca
 
1905 - 1 - Raimundo Costa Castelo
          Nascido em Baturité a 01/11/1980, falecido a 08/08/1980.
          Filho de Manoel Joaquim Rabelo e de Maria da Conceição Costa.
          Casou-se com Luiza Alves Pereira, nascida em Baturité em 1910 e falecida em 1910.
 
          Pais de:
 
 
1.1 - Maria Augusta Castelo
 Nascida em Quixeramobim a 25/01/1937 e falecida a 15/01/1981.
 
1910 - 1 - Raimundo Castelo Branco
           Senhor de engenho que morava na serra.
          Casou-se com
 
          Pais de:
 
1.1  – Pompilio Castelo Branco
          Casou-se com         

Pais de:

1.1.1 - ..... Castelo Branco
         Casou-se com
 
         Pais de: 

1.1.1.1 – Pompilio Castelo Branco Neto.

1910 - 1 - Francisca Nepomuceno Castelo Branco Campelo (D. Nénen)      
             Filha de Luiz Nepomuceno. Casou-se com o Dr. Adolfo Cordeiro de Moraes Campelo, sumidade na advocacia, objeto da alta consideração dos seus co-cidadãos. Ostentava a sua fidalga personalidade, sem jactância, mas com a imponência de quem se sente num alto plano intelectual, cultural e moral. Dr. Campelo tem o nome perpetuado numa placa de rua de Fortaleza.Morava na Praça Santa Luzia
   
           Filhos:

1.1 – César Castelo Branco Campelo
1.2 - Luiz Eduardo Castelo Branco Campelo
1.3 – Sara Castelo Branco Campelo
1.4 – Gasparina Castelo Branco Campelo

1.1 – César Castelo Branco Campelo

1.2 - Luiz Eduardo Castelo Branco Campelo

1.3 – Sara Castelo Branco Campelo
          Irmã Religiosa.

1.4 – Gasparina Castelo Branco Campelo

1910 - Pedro Pinheiro Castelo Branco (Pedro Pavão)
           Casou-se com Maria Luiza de Sampaio Barros (Nininha). Ela casou-se muito nova, foi avó aos 38 anos, bisavó aos 50 anos, faleceu septuagenária e tetravó.
           Pedro era um sujeito truculento, apelidado de Pedro Pavão. Era proprietário de uma bodega no Mercado, onde certa vez provocou rebuliço numa briga espetaculosa com o Barbeiro Luiz Idelfonso que levava grande vantagem por estar armado de espada e a cavalo.
           Logo após o casamento o casal foi para o Amazonas com a filha única de nome Celita.
           Morava da Praça Santa Luzía, lado direito. (Mundin de Baturité págs. 37 e 125).

1910 - José Pinheiro Castelo Branco
          Casou-se com Alzira Sampaio Barros.
          O Casal logo após casar-se, viajou para a Amazônia onde viveu pouco tempo tendo Alzira regressado so a Baturité, onde morreu. Ela era um mulherão de elevada estatura, muito branca, muito mansa e muito magra, com os ossos do rosto bem salientes, o que lhe valeu o apelido de “cara de pau”. Tinha também fama de valente e dizem que lá na cidade amazonense onde viveu pouco tempo, quando arrumava uma bagunça, batia mão ao rifle e fechava o comércio. (Mundin de Baturité pág. 44). (mundin era seu irmão)

1913 – João Castelo Montezuma
           28/05/1913 – Reunião de organização do Directorio do partido republicano em Baturité.

1915 – Seca

1916 - 1 -  ...... Castelo Branco

          Pai de:

1.1 - Isaura Castelo Branco

1.2 - Idelzuith Castelo Branco
          As duas faziam um tipo meio gordinhas.

 Dr. João Martiniano Castelo Branco
         Professor.

1919 - Tenente João de Gusmão Castelo Branco
          Visitou Baturité, parente afim do Major Pedro Catão. (Mundin de Baturité - pág 59)

1920 - A atual Av. D. Bosco por volta de 1915-1920 era chamada de calçamento porque era o único trecho da cidade calçada de pedras. – Mudim de Baturité. Pág. 121.
 
1 - Raimundo Castelo Branco   
           Nascido em Pacoti. Casou-se com Vânia de Souza Batista, nascida em Morada Nova.

          Pais de:

1.1 - Rubens de Souza Castelo Branco       
Nascido a 20/08/1962.
 
1937 – Feito Calçamento da Avenida Proença. (Ananias Arruda)

1939 - Praça da Matriz
          Conta-se que até por volta deste ano, existia nesta praça, quase a olhar para a rampa que leva ao cemitério, do lado poente, uma castanhola gigante, de tronco enorme e nodoso. Fala-se da possibilidade de ali perto ficar a Cabana, onde morava o Cacique Baturité.  (Minhas Ideias, J. Maciel pag 217).
 
1941 - Arina Castelo Branco

1944 - 1 - Francisco Castelo Branco
        Casou com Adalzira Castelo Branco Oliveira.

        Pais de:

1.1 - Maria Édice Castelo Branco
1.2 - Adalzira Castelo Branco

1.1 - Maria Édice Castelo Branco
        Nascida a 16/02/1944. 

1.2 - Adalzira Castelo Branco
         Nascida a 11/11/1946.

 1950

Noemi Castelo Branco
Carmem Samico Castelo Branco
Maria Zeneida Castelo Branco
Maria Amélia Castelo Branco

1958 – Seca

1960 – Noberto Castelo Branco
         Casado com Clara Amélia de Pontes Castelo Branco.
         Possuíam 2 imóveis.

1 - Elizeu Castelo Branco
        Mudou-se para Redenção. Casou-se com... 

          Pai de

1.1 – Rodrigo Castelo Branco

1 – Josué Castelo Branco
De Redenção. Casou-se com      Castelo Branco

          Pais de:

1.1 -                Castelo Branco
          Casou-se com     Castelo Branco

          Pais de:

1.1.1 – Débora Castelo Branco

1 – Pedro Macieira Castelo Branco
          Nascido em Baturité. Casou-se com Maria Macieira Braga Castelo Branco, nascida em Baturité. Mudaram-se para Belém (Pará) e depois para Manaus (Amazonas)

          Pais de:

1.1 – Francisco Braga Uchoa
          Ao ser registrado o Pai com “uma e outras a mais na cabeça”, esqueceu de acrescentar Castelo Branco ao sobrenome. Casou-se com

Pais de:

1.1.1 – Marcos Uchoa Castelo Branco

1 – Salviano Castelo Branco
          Nascido em Baturité. Casou-se com        Castelo Branco

          Pais de:

1.1 -                   Castelo Branco
         Casou-se com               Castelo Branco

Pais de:

1.1.1 – Marcos Castelo Branco
1.1.2 – Marcel Castelo Branco
          Moram em Manaus – Amazonas.

1960 - Francisca Leopoldina Castelo Branco
 
1960 - João Castelo Branco
 
1960 - José Jacinto Castelo Branco
 
1960 - Maria Conceição Castelo Branco
 
1960 - Aureliano Castelo Branco
 
1960 -  Agercilon Ferreira Castelo
 
1960 - Valderesa Castelo Branco
 
1960 - Leonardo Castelo Branco

1960 - Júlio César Castelo Branco Pontes
 
1960 - Justiano Silveira Castelo Branco

Sesmeiro - Virgílio Nunes Maia


Sesmeiro

 

Para Francisco Carvalho

 

Sesmeiro fui das largas, longas léguas
medidas pelos passos dos meus bois.

Mal começado o século XVIII,
cheguei
à fina areia do Retiro Grande
e fui
seguindo pelo Jaguaribe acima,
pela ribeira,
do Aracati a Passagem de Pedras,
depois de Russas,
até o povo de São João de Varges,
e com mulher e filhos me instalei.

Em dias de agosto de mil e setecentos e quê
por despacho do Capitão-Mor
me foram dadas,
com os olhos d’água todos, por acréscimo,
as terras do Riacho dos Porcos,
dito Amoré na língua do gentio,


pa. suas criaçõins e pa. Sy
e seus herdeiros accendentes e desendentes,
as quais terras lhe dou e concedo,
com todas as agoas
campos testadas
e Logradouro
e mais úteis q nela houveram...,


qual essas terras donos não houvessem.

 

Então
– e disso alguém já se queixara a El-Rey –,
era o palmo de gato desbravar
o que em infinitas braças foi pensado.


Mas nas terras do Amoré
meus gados acomodei,
os vacuns e os cavalares,
bem logo fazendo erguer
casa-grande com curral,
plantando naquelas glebas,
vendo que frutificava,
toda a minha geração
que pela vida afora há de levar
olhares e feições dos meus Açores.


Tive notícia quando,
à barra do Sitiá, adusta e bela,
se elevaram os baldrames poderosos
de uma altiva capela dedicada
à Senhora da Conceição,
padroeira também de Portugal.
E o bronze do seu sino propagava
intermináveis ecos da fé,
no verão da paisagem desolada.


Em vão testemunhei e bradei contra
as matanças inúteis perpetradas
pelo Regimento do Jaguaribe
– pobre espada cevada em carne de índio.


Ouvi dizer que o Latinista Maia,
clerigo in menoribus,
declamava A Eneida
no mormaço da tardes ocres
de um então nascente Tabuleiro d'Areia,
quando
ensinava latim aos seus alunos,
enquanto,
médico e boticário,
fazia erguer igrejas e fazendas,
pagando piedosas promessas
a uma quase olvidada
Nossa Senhora das Brotas,
mandando vir imagem
da cidade da Bahia,
posto fosse Capitão de Cavalaria.


Tanger, tangi boiadas incontáveis
pelos caminhos que não existiam,
através de caatingas que estremavam
ao Ocidente com sete-estrelo
ou nessas terras chãs dos tabuleiros,
e épsilon de Escorpião traçava o rumo.


As mercadorias vindas por mar
se transportavam em carros-de-bois,
que gemiam e chiavam tristemente,
do Aracati ao Icó.
Depois, em lombo de animal,
por ínvias veredas,
às barrancas do São Francisco,
inçadas de oxítonos topônimos tapuios,
donde iam dar
às catas de ouro das Minas Gerais.


Ao Piauí se iam buscar bois
correndo a Estrada Nova das Boiadas,
atravessando os campos de Uriá,
os formosos partidos de mimoso
de Santo Antônio do Quixeramobim
e o boqueirão do Poti,
topando-se, aqui, acolá,
com coloridas tropas de ciganos,
de destino e furor nunca sabidos.


Nas janelas do oitão,
nos parapeitos dos alpendres,
se riscavam,
a tosco lápis de carpinteiro,
marcas de gado
e se escreviam,
em tímidas quadras,
os balbucios
de umas primeiras gestas barbatãs,
inspiradas por espirituosas
talagadas de porto e de aguardente.

 

Foi quando um dia por aqui chegaram
esmaecidos rumores
de fato acontecido
numa das Capitanias de Baixo,
onde um moço foi
despedaçado a pata de cavalo
para gáudio da Corte
e caluda geral dos pensamentos.


Mais, havia os chocalhos de Alcáçovas,
de imbatível sonoridade,
as bonitas moedas bem cunhadas
em prata na distante Cuiabá,
que só por segura encomenda
tiniam por estas bandas.


Vi quando chegaram
as galinhas d’angola,
os porquinhos-da-índia,
rebatizados de preás-do-reino,
avivando
o sonho fazendeiro dos meninos
e alucinando
o faro astuto das cadelas prenhas.


Soube, por ouvir dizer,
dos pavorosos crimes praticados
nas disputas de estremas ou de alcovas,
dentre as famílias ditas poderosas, ricas de gerações,
mas espiritualmente tão estéreis.


Sesmeiro fui e mais relembraria,
dessas eras,
que no final, de data, me tocaram
tão só as versejadas verdes léguas,
medidas pelo metro do depois.

 

Virgílio Nunes Maia nasceu em Limoeiro do Norte, Ceará, no ano de1954. Advogado formado pela UFC é autor, dentre outros livros e cordéis, de Palimpsesto (1992), Estandartes das tribos de Israel (2001) e Timbre (2002). No campo etnográfico, escreveu Álbum-iniciação à heráldica das marcas de ferrar gado (1993).

Francisco de Brito Pereira


3 - Francisco de Brito Pereira
           Casou-se com Joana da Costa Leitão.

Pais de:

3.1 – Capitão Alexandre de Brito Pereira     
            Nascido em 1701, na freguesia de Várzea, Pernambuco.  Casou-se com Albina Ferreira Soveral em 1743. Filho Primogênito. Alexandre criava e comercializava cavalos na Praça do Recife, para uso nos engenhos de fabrico de açúcar, e com essas atividades tornou-se um homem rico na Barra do Sitiá, local de passagem obrigatória para Aracati e Icó, a época dois grandes empórios comerciais. Falecido a 31/01/1756, na Barra do Sitiá, Banabuiú, onde residia.

          Pais de:

3.1 - Francisca Maria Leitão
3.2 - Teresa Maria de Jesus
3.3 - Ana do Ó
3.4 - Juliana
3.5 - Antonia
3.6 - Antonio Saraiva Leão
3.7 - José
3.8 – Vicência
3.9 - Luiz Pereira Bezerra
3.10 - Joana Maria

3.1 - Francisca Maria Leitão       
          Nascida em Banabuiú, Ceará.  Casou-se com Antonio Pereira Castelo Branco (ver 1.5).

3.2 - Teresa Maria de Jesus      
          Nascida em 1744, irmã gêmea de Ana do Ó, batizada a 29/01/1744, na Capela de São José de Aracati. Padrinhos: Antonio da Silva Cruz e sua Mulher Teresa Maria de Jesus.
  
3.3 - Ana do Ó
          Nascida em 1744, irmã gêmea de Teresa Maria de Jesus, batizada a 03/02/1744, na Capela de São José de Aracati. Padrinhos: José Pimenta Aguiar e Ana da Silva.  Casou-se com: 1 – Coronel José Rodrigues Pereira Chaves, falecido à 16/03/1774. 2 – José Pereira D`Eça, Capitão Mór, falecido a 16/02/  1816 em Quixeramobim. Ana faleceu a 25/06/1826 em Quixeramobim.  

3.4 - Juliana      
          Nascida em 1747 em Morada Nova. Irmã gêmea de Antonia.

3.5 – Antonia      
          Nascida em 1747, em Morada Nova, batizada a 11/03/1747, no Sitio Tapera, Ribeira do banabuiú. Irmã gêmea de Juliana. Teve uma filha sem casamento com o Tenente Coronel João Batista da Costa Coelho, nascido em Portugal.

           Pais de:

3.5.1 - Ana Batista da Costa Coelho       
           Casou-se com seu tio, o Alferes Antonio Saraiva Leão, em 1779, em Morada Nova. O casal residiu na Fazenda Caraúnas, Morada Nova.  Ana Batista foi criada como filha de Ana do Ó, devido ao fato de ser filha de mãe solteira. Sua mãe foi condenada ao esquecimento.

3.6 – Alferes Antonio Saraiva Leão      
           Nascido em 1748, sendo batizado a 18/08/1748 no Sitio Tapera, Ribeira do Banabuiú, faleceu a 07/12/1831.  Casou-se com sua sobrinha Ana Batista da Costa Coelho. Pais de 11 filhos.

          Pais de:

3.6.1 - João Batista da Costa Coelho Neto
          Casou-se com Teresa Antonia de Maria Seja. Moraram em Catolé do Rocha, Paraíba. João Batista falecido a 17/08/1892, na Fazenda Teresa.

3.7 – José
          Nascido em 1751.

3.8 – Vicência
          Nascida em 1754.

3.9 - Luiz Pereira Bezerra

3.10 - Joana Maria

Pascoal Correia Vieira


2  - Pascoal Correia Vieira
          Nascido em 1686, no Lugar Ildefonso, Freguesia e Conselho de Povoa do Lanhoso, Braga, Portugal.  Casou-se <1712> com Ponciana de Sousa Barbalho, nascida em 1691, em Pé do Banco, Sergipe, e falecida a 10/02/1771. Em 1719, construiu a Capela de Nossa Senhora da Conceição na Barra do Sitiá.

Pais de:

2.1 - Emereciana Correia de Sousa Barbalho
2.2 - Miguel Correia Vieira
2.3 - Vicência Correia de Sousa
2.4 – Manoel Correia Vieira

2.1 - Emereciana Correia de Sousa Barbalho
         Nascida em 1715, na Freguesia de Russas. Batizada a 15/02/1715, na Igreja de S. João Batista.  Casou-se com o Tenente Coronel Matias Pereira Castelo Branco.

2.2 - Miguel Correia Vieira
          Nascido em 1717 em Banabuiú, Ceará, onde foi batizado no Sitio da Cruz a 20/06/1717. Falecido a 10/11/1771.  Casou-se com (01) Ana dos Montes Pereira e (02) Florentina Correia da Cunha.

Pais do 1º Casamento de:

2.2.1 - Pascoal Correia Vieira Neto   
          Nascido na Freguesia de Russas.  Casou-se a 11/02/1781, na Capela da Barra do Sitiá com Ana de Brito Leitão, nascida na Freguesia de Russas, filha de Cosme Leitão Arnoso, Tenente do Regimento da Cavalaria, nascido em cerca de 1740 em Igarassu, Pernambuco e de Laura Maria de Jesus Leitão.

           Pais de:

 2.2.1.1 – Maria
          Nascida em 1796 e batizada a 26/01/1796, na Capela da Barra do Sitiá, banabuiú. Padrinhos; Antonio Gomes da Silveira e Tamtum.

2.3 - Vicência Correia de Souza
          Moradora da Fazenda Serra Branca em Quixeramobim.  Casou-se em primeiras núpcias com João de Montes Pereira, nascido em 1735, na Freguesia do Icó, batizado a 19/06/1735, na Igreja Matriz do Icó. Casou-se em segunda núpcias com André Vidal de Negreiros Jr., filho de André Vidal de Negreiros e de Ana Barbosa da Rocha Maciel.

2.4 – Capitão Manoel Correia Vieira
            Batizado a 03/10/1737.  Casou-se com Ana Pereira Castello Branco, filha de Matias Pereira Castelo Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho.

           Pais de:

1.13.1 – José Correia Vieira      
           Casou-se com Maria Quitéria de Lima, filha de Marcos de Melo, nascido na Paraíba e de Quitéria Gonçalves de Lima.

Tenente Coronel Mathias Pereira Castello Branco


1 - Descendência do Tenente Coronel Mathias Pereira Castello Branco

1.1 - Manoel Pereira Castello Branco
            Filho de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Nascido em 1734, batizado a 24/02/1734 na Capela Nossa Senhora da Conceição, da Barra do Rio Sitiá, Banabuiú, Ceará.  Casou-se com Josefa Maria Castello Branco.

          Pais de:

1.1.1    - Faustina Pereira Castello Branco
           Casou-se com Inocêncio Valentim Correia, filho de Domingos Correia Martins e de Paula Nunes de Matos.

1.2 - José Pereira Castello Branco
            Filho de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Nascido em 1735, batizado a 06/04/1735 na Capela Nossa Senhora da Conceição, da Barra do Sitiá, Banabuiú. 

 1.3 - Maria Pereira Castello Branco
             Filha de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Nascida em 1738, batizada a 26/01/1738 na Capela de Nossa Senhora da Conceição, da Barra do Sitiá, Banabuiú.

1.4 - Teodora de Almeida Castello Branco 
            Filha de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Nascida em 1741. Batizada a 07/03/1741 no Sítio da Serra do Urucú (Russas).  Casou-se com Manoel da Costa Marinho. Pais de 5 Filhos.

1.5 – Capitão Antonio Pereira Castello Branco
            Filho de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Nascido em 1750, na Fazenda Joazeiro de Cima, batizou-se a 22/09/1750 em Morada Nova.  Casou-se com Francisca Maria Leitão, nascida em Banabuiú, filha de Alexandre de Brito Pereira e de Albina Ferreira Soveral e neta de Francisco de Brito Pereira.

Pais de:

1.5.1 - Tereza Antonia Maria de Seja
1.5.2 - Clotilde Maria Saraiva
1.5.3 - Pedro Pereira Castello Branco
1.5.4 - Manoel Felipe Pereira Castello Branco
1.5.5 - Ana Tereza Castello Banco
1.5.6 - José Pereira Castello Branco

1.6 - Teresa de Jesus de Almeida
            Filha de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Nascida a 1751.  Casou-se com Luis Pereira Sarmento - 5 filhos.

 1.7 - Matias Pereira Castello Branco Jr.
            Filho de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Nascido em 1752.  Casou-se na freguesia de Russas a 15/09/1773 com Maria Francisca de Jesus que nasceu em Goiânia - Pernambuco, filha de Antonio de Souza Barros e de Ana Maria de Jesus.

 1.8 - Miguel Pereira Castello Branco  
            Filho de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Casou-se com Rita Pereira Cavalcanti.

 1.9 - Bárbara Pereira Castello Branco
            Filha de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Casou-se com Caetano Gonçalves de Aguiar.

Pais de:

1.9.1 - Manoel Gonçalves Aguiar  
         Nascido em 1761 em Morada Nova, Ceará. Foi batizado a 14/06/1761, na Fazenda Joazeiro de Cima.  Casou-se a 25/09/1788, na Fazenda Joazeiro de Cima, com Silvana Maria Leitão, filha do Capitão Cosme Leitão Arnozo e de D. Laura Leitão, nascida na Ribeira do Banabuiú, freguesia de Russas, sendo testemunhas: Matias Pereira Castello Branco (Avô) e Manoel Gonçalves. Padrinhos: Manoel Gomes Barreto, morador de Quixeramobim, pp Emereciana de Sousa Barbalho (Emereciana Correia Vieira), mulher de Matias Pereira Castello Branco. Capela de Nossa Senhora da Conceição, Barra do Sitiá.

Pais de:

1.9.1.1 - Manoel Gonçalves de Aguiar Júnior  
         Casou-se com Teresa Maria de Jesus.

Pais de:

1.9.1.1.1 - Antonio Gonçalves Vieira
           Nascido na freguesia de Icó.  Casou-se a 04/02/1830, na Igreja de Nossa Senhora da Expectação do Icó, com Maria Francisca, nascida em Icó, filha de Baltazar da Costa Moreira e de Maria Teresa.

1.10 - Mariana de Almeida Castello Branco      
          Filha de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Nascida na Fazenda Joazeiro de Cima.  Casou-se com Manoel Gonçalves Ferreira Nobre, que nasceu na Cidade do Porto (Portugal) em c. de 1743.

          Pais de:

1.10.1 - Francisca das Chagas Ferreira Nobre
1.10.2 – Tereza Ferreira Nobre
1.10.3 – Mathias Ferreira Nobre
1.10.4 – Brízida do Amaral Campo Belo
1.10.5 - ..... Ferreira Nobre

1.10.1 - Francisca das Chagas Ferreira Nobre
            Nascida a 03/10/1762.  Casou-se com José Rabelo Vieira.

Pais de:

1.10.1.1 - José Rabelo Ferreira Nobre
1.10.1.2 – Teresa Engrácia de Jesus

1.10.1.1 - José Rabelo Ferreira Nobre
            Nascido em cerca de 1792.  Casou-se com Francisca Ferreira Nobre.

          Pais de:

1.10.1.1.1 - Manoel Antonio Ferreira Nobre   
           Nascido em c. de 1820, falecido a 04/05/1892. Professor de latim, Capitão da Guarda Nacional.  Casou-se: 1 - com Felicia Pessoa da Silva, filha de Antonio Girão e de Maria José Pessoa da Silva. 2 - com Ana Angélica Pessoa da Silva.

1.10.1.2 – Teresa Engrácia de Jesus    
         Casou-se com Cosme (Cornélio) de Sá Leitão. Herdeira e moradora da Fazenda Joazeiro de Baixo, Morada Nova – Ce.

1.10.2 – Tereza Ferreira Nobre      
          Nascida a 06/04/1764.

1.10.3 – Mathias Ferreira Nobre       
            Nascido a 09/12/1766.

1.10.4 – Brízida do Amaral Campos Belos   
            Nascida a 08/10/1768.  Casou-se com José Carlos de Oliveira, filho de Manoel de Oliveira Rocha e de Ana Teresa Câmara.

1.10.5 - .... Ferreira Nobre

1.11 - Gertrudes Pereira Castello Branco      
           Filha de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Casou-se em 08/09/1772 (Russas) com José Gomes Barreto, natural da Freguesia de Russas, filho de Manoel Gomes Barreto, Sargento Mór, natural de Cantanhede, Distrito de Coimbra – Portugal, onde nasceu no ano de 1680, falecida a 05/09/1773 na Barra do Sitiá, e de Maria Pessoa da Silva, natural de Penedo, Alagoas, falecida no ano de 1745 no seu Sitio Pomba.

1.12 - Ana de Almeida Castello Branco      
           Filha de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho. Casou-se com Manoel da Cunha Soares. Foram pais de 7 filhos.

1.13 – Ana Pereira Castello Branco
              Filha de Matias Pereira Castello Branco e de Emereciana Correia de Souza Barbalho.  Casou-se com o Capitão Manoel Correia Vieira, batizado a 03/10/1737. Filho de Pascoal Correia Vieira, nascido em 1686 em Idelfonso, freguesia de Povoa do Lanhoso, Distrito de Braga, Portugal, e de Ponciana de Souza Barbalho, sesmeira, nascida em 1691 em Pé do Banco Sergipe, casados na Freguesia de Russas. Manoel Correia Vieira foi padrinho de Batizado de Antonio Pereira de Queiroz Lima a 23/07/1755, na Fazenda do Joazeiro de Baixo.     

          Pais de:

1.13.1 – José Correia Vieira     
           Casou-se com Maria Quitéria de Lima, filha de Marcos de Melo, nascido na Paraíba e de Quitéria Gonçalves de Lima.