terça-feira, 18 de novembro de 2014

Desenvolvimento Urbano de Baturité




Termo de afforamento da Camara Municipal de Baturité
(1831 a 1876)





Obs: A seguir publicarei a cópia que fiz do livro manuscrito onde registra a concessão de terras, que foram a base para o desenvolvimento urbano de Baturité. 

                                               Marcus Venicius Silveira Castelo Branco.  




sábado, 18 de outubro de 2014

Stela Silveira Correia


Manoel Gomes Castelo Branco


José Ricardo Silveira


José Augusto Silveira, pai de Enos e Rui Torres Silveira


Romualdo Pereira Lima


Raimunda Castelo da Silveira


Miguel Correia Lima


Luiz Arão da Silveira


Waldemar Pinheiro Castelo Branco e Filhos


José Alexandre Pereira Castelo Branco e Silvério Gomes da Silveira


José Minau Castelo Branco, filho de Francisco Pinheiro Castelo Branco


Enoe Severiano Castelo Branco


Ultrapassamos os 60.000 acessos em 78 Países


Brasil América Sul   30.336
Alemanha Europa   15.014
Estados Unidos América Norte     9.275
Portugal Europa     1.173
França Europa        884
Rússia Eurásia        640
Malásia Asía        370
Reino Unido Europa        320
Espanha Europa        281
China Asía        277
Canadá América Norte        274
Ucrânia Europa        165
Holanda Europa        152
Turquia Eurásia        117
Polônia Europa          80
India Asía          66
Suécia Europa          56
Austria Europa          54
Dinamarca Europa          38
Israel Asía          34
Itália Europa          33
Austrália Oceânia          29
Argentina América Sul          29
Luxemburgo Europa          27
Suiça Europa          26
Bélgica Europa          24
Colombia América Sul          22
Romênia Europa          22
Coreia do Sul Asía          17
Angola África          16
México América Norte          16
Irlanda Europa          13
Peru América Sul          14
Hong Kong Asía          10
Japão Asía            9
Cingapura Asía            9
Lituânia Europa            8
Bolívia América Sul            8
Indonésia Asía            8
Finlândia Europa            7
Africa do Sul África            6
Egito África            6
Arábia Saudita Asía            6
Noruega Europa            6
Turcomenistão Asía            5
Islândia Europa            5
Ilhas Faroe Europa            5
Panamá América Central             5
Croácia Europa            4
Bielorrusia Europa            4
Cabo Verde África            4
Uruguai América Sul            5
Nicarágua América Central             3
Venezuela América Sul            3
Moldávia Europa            3
Moçambique África            3
Jersey Europa            2
Sérvia Europa            2
República Tcheca Europa            2
Grécia Europa            2
Hungria Europa            2
Eslovaquia Europa            2
Bulgária Europa            2
Letonia Europa            2
Geórgia Europa            2
Bahamas América Central             2
Barbados América Central             2
Guadalupe América Central             2
República Dominicana América Central             2
Tailândia Asía            2
Vietnã Asía            2
Mongólia Asía            2
Emirado Arabes Unidos Asía            2
Filipinas Asía            2
Costa do Marfim Africa            2
Senegal Africa            2
Guiné Bissau Africa            1
Costa Rica América Central             1

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Portugal-China: 500 Anos



  • Edição em Português Publicado em 05-2014
Obra de autoria coletiva e multidisciplinar, aborda diversas áreas que ilustram os 500 anos das relações luso-chinesas, designadamente: fontes históricas, tipografia e imprensa, cartografia, urbanismo e história da arte, missionação, história das relações internacionais, letras, artes, música, orientalismo e sinofilia, história da ciência e da tecnologia, linguística e história das migrações. Em paralelo a BNP realizou a Exposição Portugal-China: 500 Anos, evocativa do longo historial das relações luso-chinesas, as mais antigas ligando uma nação ocidental a um Estado do Extremo Oriente, cuja relação de documentos e peças, com especial destaque para os grandes instrumentos das relações Estado-a-Estado (tratados e convenções), também a integram.

Cidade de Castelo Branco - Portugal



Castelo Branco é uma cidade portuguesa, capital do Distrito de Castelo Branco, situada na região Centro (Beira Baixa) e sub-região da Beira Interior Sul, com cerca de 38 542 habitantes e uma área metropolitana que abriga 41 631 habitantes.1
É sede de um dos maiores municípios portugueses, com 1 438,19 km² de área e 56 109 habitantes (albicastrenses) (2011), subdividido em 19 freguesias. O município é limitado a norte pelo município do Fundão, a leste por Idanha-a-Nova, a sul pela Espanha, a sudoeste por Vila Velha de Ródão e a oeste por Proença-a-Nova e por Oleiros.
Castelo Branco deve o seu nome à existência de um castro luso-romano, Castra Leuca, no cimo da Colinada Cardosa, em cuja encosta se desenrolou o povoamento da área.

Da história antes de 1182 pouco se sabe. Existe, porém, um documento, desta data, de doação aos Templários de uma herdade Vila Franca da Cardosa, emitido por Fernandes Sanches, um nobre. Em 1213 recebeu foral de Pedro Alvito, cedido pelos Templários, em que aparece a denominação Castel-Branco. O Papa Inocêncio III viria, em 1215, confirmar esta posse, dando-lhe o nome de Castelobranco.

Por volta desta altura ter-se-iam mandado edificar, pelos Templários, as muralhas e o castelo, entre 1214 e 1230. No interior desta delimitação encontra-se a Igreja de Santa Maria do Castelo, antiga sede da freguesia. Aqui se reuniam a Assembleia dos Homens-Bons e as autoridades monástico-militares, até ao século XIV.

Em 1510 é concedido Novo Foral a Castelo Branco, por D. Manuel I, adquirindo mais tarde o título de notável com a carta de D. João III, em 1535. Torna-se assim em 1642 a Vila de Castelo Branco, cabeça de comarca notável e das melhores da Beira Baixa.

O Paço Episcopal (anexo ao atual Museu Francisco Tavares Proença Júnior) é um dos melhores exemplos. Mandado construir pelo Bispo da Guarda, D. Nuno de Noronha, entre 1596 e 1598, foi o paço de residência dos Bispos de Castelo Branco a partir de 1771. O atual Museu serviu de Liceu Central de 1911 até 1946, abrindo como museu em 1971.

Em 1771 é elevada a cidade por D. José e o Papa Clemente XIV cria a diocese de Castelo Branco que viria a ser extinta em 1881. A emissão da Carta Régia de 15 de Abril do ano seguinte e o Breve Apostólio teve a data de 19 de Junho do mesmo ano, conferindo à cidade o diploma de cidadania. A partir desta data a cidade acolheu de regresso vários elementos abastados da burguesia e nobreza, o que levou à construção de palácios e solares, o melhor do patrimônio cultural desta cidade.

A 16 de Agosto de 1858 inaugura-se a linha telegráfica Abrantes - Castelo Branco e em 14 de Dezembro de 1860 a cidade inaugura a sua iluminação pública, passo importante para o desenvolvimento da cidade. Com efeito, a cidade viria a tornar-se capital do distrito em 1959.

Pesquisa na Internet.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Dr. Manoel Soares da Silva Bezerra

Com sua filha: Maria Ursulina Bezerra Furtado.
 
 
Manoel Soares da Silva Bezerra - Filho do Tenente-Coronel Antonio Bezerra de Menezes e D. Fabiana de Jesus Maria Bezerra de Menezes, nasceu no Riacho do Sangue em Agosto de 1810. Formou-se em Direito em 1836 pela Academia de Olinda. De volta á terra natal, entrando na politica, foi deputado provincial de 1840 a 1843 e de 1870 a 1873, sendo vice-presidente da assembléa no biennio de 1870 a 1871 e presidente em 1842, deputado geral na legislatura de 1845 a 1847, presidente da Camara Municipal de Fortaleza no quatriennio de 1860 a 1863 e 3.o vice-presidente da Provinda. Nesse ultimo posto teve de assumir as rédeas do governo, por alguns dias, em Outubro de 1872. Foi, também, juiz municipal de Quixeramobim, lente substituto de Geometria e effectivo de Português no Lyceu de Fortaleza, inspector interino, por 3 vezes, da Instrucção Publica, procurador fiscal da Ttiezouraria de fazenda e inspector do Thezouro Provincial, logar em que se aposentou em 1874, Tinha o habito de Christo e por seus relevantíssimos serviços á causa catholica mereceu do Santo Padre Pio 9.o o habito de Gregorio Magno. Grande cultor do latim e da lingua vernácula, e muito versado em questões de philosophia, deixou vários trabalhos, que lhe recommcidam o nome. Collaborou nos jornaes Pedro II e Tribuna Catholica. Tendo se casado em 1837 com sua prima D.a Maria Thereza de Albuquerque, teve 18 filhos, entre os quaes Antonio Bezerra e Israel Bezerra. Falleceu ás 9 horas da manhã de 29 de Novembro de 1888
 
onte:Diccionario Bio-bibliographico Cearense - Barão de Studart
Data de nascimento:Agosto/1810
 
 
 


Waldemar Falcão

Maria Ivanilce Silveira Correa (Silveira Castelo Branco)

Luiz Arão da Silveira


Meu bisavô, casado com Raimunda Castelo da Silveira (Mundoca).

Antonio Monte

Ao ver as comemorações referentes ao DIA D, lembrei-me de ANTONIO MONTE, ex-funcionário da Prefeitura Municipal de Baturité.

Ele foi combatente na segunda guerra mundial, em território Italiano, contra as tropas alemãs.

Ferido em combate, quando o carro que dirigia passou por cima de uma mina alemã, retornou ao Brasil.


Mesmo muitos anos depois ainda sofria das consequências dos ferimentos de guerra, que acabaram tirando sua vida.

Por envolver-se em uma questão militar, faleceu sem buscar seus direitos como ex-combatente.

Ao Sr. ANTONIO MONTE, meu amigo, a devida HOMENAGEM por sua coragem e luta.

Que Deus conceda a ele a paz que ele não teve em sua vida.

domingo, 1 de junho de 2014

Colombo Thaumaturgo

 
Tabelião em Baturité.

Sobrado construído por Luiz Gomes da Silveira.


Construído antes da Elevação da Vila de Monte-Mor o Novo da América (Atual Baturité), na época, ficava fora dos Termos da Vila, mesmo assim, foi alugado para sediar a Câmara Municipal até que se construísse a sede da mesma. Portanto, foi sede da Câmara até a Construção do Prédio da Prefeitura Atual.

Balduino José de Oliveira

 
 
Genro de Pedro José Pereira Castello Branco, Comerciante e Vereador em Baturité. Exerceu a Presidência da Câmara e foi Intendente Municipal.
 
 

Casa onde Nasceu Waldemar Falcão


Ficava situada na Rua 15 de Novembro, anteriormente, Rua do Comércio. Nesta foto, a casa já estava modificada, mas outras alterações foram acrescentadas, descaracterizando a mesma.

Casa onde nasceu Luiz Severiano Ribeiro.


Esta  casa ficava situada na esquina da Avenida 7 de Setembro com a Praça Waldemar  Falcão. Infelizmente, já demolida.