quinta-feira, 3 de março de 2011

Ana Pereira Castello Branco

Filha do Tenente Coronel Mathias Pereira Castello Branco e de D. Emereciana Correa de Souza Barbalho, nascida na Fazenda Joazeiro de Cima. Casou-se com seu tio, irmão de sua mãe, o Capitão Manoel Correia Vieira, batizado a 03.10.1737. Filho de Pascoal Correia Vieira, nascido em 1686 em Idelfonso, freguesia de Povoa do Lanhoso, Distrito de Braga, Portugal, e de Ponciana de Souza Barbalho, sesmeira, nascida em 1691 em Pé do Banco Sergipe, casados na Freguesia de Russas.
Manoel Correia Vieira foi padrinho de Batizado de Antonio Pereira de Queiroz Lima a 23.07.1755, na Fazenda do Joazeiro de Baixo.

Foram pais de José Correia Vieira que casou-se com Maria Quitéria de Lima, filha de Marcos de Melo, nascido na Paraíba e de Quitéria Gonçalves de Lima.

Gonçalo Gomes da Silveira

Capitão. Comandante da Segunda Companhia em Monte Mor (Baturité), presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador. Ainda Tenente possuía um sitio vizinho a João Jozé Lino Pegado em 1831. Já Capitão em 1835 aforou 32 palmos de terreno em 13/07/1835.

Antonio Ricardo (da Silveira) Bravo Sussuarana

“Major Antonio Ricardo Bravo Sussuarana – Quando da Confederação do Equador criou-se na Vila de Aracati uma Comissão Mlitar, por ordem do Governo Republicano, depois que se soube da restauração de Pernambuco, mas esta Comissão nenhum ato praticou. Era composta de: José Teixeira de Castro – Presidente e Comandante Geral da Vila, José de Castro e Silva Júnior, Francisco de Paula Martins, Tenente de Milícias Luiz Ignácio de Azevedo e o Major Antonio Ricardo Bravo Sussuarana. O Tenente de 1º Linha Rodrigues Chaves, foi nomeado emissário ao Governo Republicano, e partiu para Pernambuco, mas aí chegando já se tinha feito à restauração, e ele voltando como emissário do governo restaurado, desembarcou na praia da mutamba. Ao chegar na Vila esta noticia, marchou da Vila para batê-lo uma força comandada pelo Major Sussuarana, mas tendo sido destruídas as munições por uma grande chuva, voltou do córrego do coronel, três légoas distante da Vila, e depois a restauração se concluiu sem resistência. – CRIAÇÃO DA VILA DE ARACATI NA PROVINCIA DO CEARÁ, E OUTRAS NOTICIAS MINISTRADAS PELO SR. JOSÉ LIBERATO BAROSSO À PRESIDÊNCIA DA PROVINCIA. – Revista do Instituto Histórico e Geagráfico Brasileiro”. Depois de ter participado na Confederação do Equador, recebeu passaporte em virtude do perdão do Lord Cochrane em Nome de S.M.I., todavia, em 29/03/1825, o Presidente da Província pede ajuda ao General Lima, para sua prisão, uma vez que tinha recebido ordens nesse sentido da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça – A Confederação do Equador - página 269.

Veio morar em Monte Mor ( Baturité). Aqui,
- Aforou 50 braças de terras nas margens do Rio Aracauaba em 25/05/1831; depois adquiriu mais 130 braças de terras perfazendo 180 braças de terras;
- Foi fiador de João Jozé Lino Pegado em 24/05/1831;
- Foi fiador de Francisco da Silva Caridade em 09/01/1836.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Desenvolvimento urbano de Baturité – Séculos XVIII e XIX (Parte 1)

A Abundância de água foi um dos principais motivos da fixação do homem no solo da atual Baturité. Além daqueles que aqui fixaram residência, muitos moradores dos sertões, no verão para esta região, traziam seus animais e familiares. E especialmente nos anos de seca, multidões se refugiavam no pé da serra buscando minimizar os efeitos das mesmas. Muitos destes aqui fixaram suas residênciias. Assim foi nos anos de 1721 a 1725 quando a Seca, abateu-se sobre a Provincia.

14/04/1764 – Instalada a vila de Monte Mor o Novo d’América.

Entre os primeiros moradores do atual município de Baturité, está o Tenente Luis Gomes da Silveira, nascido em Mamanguape (antigo Monte Mor), Paraíba, em 1730, que faleceu em Monte Mor, (Baturité) em 1780.
Vindo para o Ceará, viveu no Vale do Jaguaribe. Casou-se com D. Maria Vidal de Mendonça, nascida em 1735, em Jaguaribe, e falecida na localidade de Candéia, Monte Mor (Baturité), Ceará, em 1766, com a qual teve sete filhos, dentre estes Isabel Gomes da Silveira.
Conquistou, por herança e compra vastas glebas à margem do fértil vale do Candéia e na zona sertaneja adjacente.
Viúvo, anos após, contraiu novas núpcias com D. Rosa Maria de Vasconcelos (Ana Bonifácia de Vasconcelos), filha do Capitão Manoel de Souza Abreu e de Ana Maria de Vasconcelos, pertencentes a conceituadas famílias pernambucanas e com a qual teve mais sete filhos, dentre estes: o Capitão Antonio Gomes da Silveira; Brásia Maria de Nazaré e Luis Gomes da Silveira.

Desde o lançamento solene da base de fundação da Vila em 1764 à década de 1850, as mudanças foram importantíssimas. Há noticias de que pelos inventários estudados, que compreenderam os realizados num espaço de 40 anos, a começar por um datado de 1771, dos bens deixados pelo falecimento de D. Maria Vidal de Mendonça (1766), primeira esposa de Luis Gomes da Silveira, conforme registros 30 proprietários eram possuidores de fazendas de criar, 28 “sítios de plantas” e que 29, tinham propriedades de ambas as categorias.

1777 a 1779 – Ocorreu no Ceará a chamada seca dos três sete em que a população foi severamente atingida. Por seus efeitos, morreu cerca de 5% da população brasileira. A pecuária também foi extremamente atingida. No final restou cerca de 8% do rebanho.

Num segundo inventário do casal Gomes da Silveira, 14 anos mais tarde, 1780, por morte do patriarca, verifica-se a decadência da fortuna familiar. Agora, apenas 256$000 (duzentos e cinqüenta e seis mil réis) era o quanto alcançava. A “seca dos três sete” se encarregou de reduzir a escravaria, os animais, liquidara o ouro, a prata e até mesmo os objetos domésticos.

Aos Gomes da Silveira, restavam as terras do Candéia onde a família continuava protegida de maiores adversidades pela fácil recuperação do solo fecundo e ubérrimo, pela amenidade do clima e salubridade das águas e alimentos’. (Franklin Távora. Dimensão Nacional de um Regionalista – Vinicius Barros Leal).

1790 a 1793 – Novamente aparece o flagelo da Seca - “Segundo Joaquim Catunda, neste ano, as águas desapareceram completamente em grande parte da Capitânia. Morreram os gados, os vaqueiros, muitos fazendeiros e os animais domésticos e bravios”.

1802 a 1804 – Seca.

Manoel Felippe Pereira Castello Branco, genro de Luiz Gomes da Silveira, instala-se com seu pai e irmão na Vila de Monte-Mor, torna-se proprietário de imóveis na vila e na serra entre os quais o Sitio São Luiz, onde constrói a casa Grande com engenheiro vindo do Recife.

Sobrado na atual Avenida 7 de setembro, em frente ao prédio dos correios, foi sede da Câmara Municipal desta a instalação da Vila. Portanto, em 1808 ainda abrigava a Câmara Municipal e pertencia ao filho de seu construtor que também chamava-se Luiz Gomes da Silveira (este provavelmente é o prédio mais antigo de Baturité, uma vez que sua construção antecede a instalação da vila - 1764).

A Luiz Gomes da Silveira também pertencia a casa situada atualmente na Avenida do Bosco, esquina da travessa que dá acesso ao Bairro Gustavo Sampaio – Lages.

1810 – A Vila de Monte Mor o novo da América (Baturité), apessar de já existir como Vila a 46 anos, tinha nesta época 84 casas, muitas cobertas de palha. (Jornal A Verdade, 10/09/1972, pág. 3)

1825 foi um ano que a seca abateu-se sobre o Ceará.

Sobre os efeitos da seca na formação habitacional de Baturité e sua Serra, ao comentar que o Ceará teve que pagar o Tributo de muitas Vítimas, Pedro Catão relata: - “A nossa serra, coberta de extensas matas, conservou-se incólume, úmida e abundante d`água até a terceira década do século XIX, quando de 1825 em diante, desenvolveu-se para ela intensa emigração e seqüente devastação dos seus bosques, de modo insólito e imprevidente e sem providências até hoje (1933), não obstante reclamações e advertências do próprio poder público desde 1810...” Subsidio, Geográfico, Histórico e Estatístico – Pedro Catão.

Portanto, a seca de 1825 marca o inicio da emigração sertaneja, que seria intensificada pela cultura do café, que com êxito ao mesmo tempo foi ensaiada, segundo Pedro Catão.

17/06/1830 - Ato Provincial mudou o nome de Monte Mor o Novo D`América para Baturité.

A Cadeia de Baturité, ficava no local onde hoje existe a Praça Waldemar Falcão. Mundin de Baturité, pág. 16.

1834 - 1835 – Construção de casas eram expectativas. Terrenos eram aforados para se fazer, pelo menos, a frente das futuras casas.

Exemplificando, vejamos alguns aforamentos:

30/10/1834 - Francisco Nogueira de Souza aforou 32 palmos no oitão da casa que há de fazer Antonio Castelo Branco.

13/07/1835 - Aforou Antonio Francisco Maçaranduba 60 palmos no oitão da casa que há de erigir o Capitão Francisco Chavier da Silva e Castro.

A fisionomia da Vila de Monte Mor, o Novo da América, nos primeiros anos da década de 1840, já não se parecia em nada com a antiga povoação do século anterior. As aldeias dos indios haviam perdido os ares de um lugar inóspito, abandonado nas encostas da serra de Baturité, e começaram a surgir algumas edificações, onde o melhor exemplo ainda eram as casas construídas no Candéia por Luis Gomes da Silveira e outros que também acreditavam no progresso da região. (Franklin Távora. Dimensão Nacional de um Regionalista – Vinicius Barros Leal).

Ainda assim muitas moradias eram de taipa ou choupanas.

08/02/1848 - Concedeu a Câmara Municipal da Vila de Baturité por aforamento em Efiteuzes a Josefa da Cunha da Conceição na Rua do Rio, 30 palmos de chão para levantar uma casa no lugar onde a mesma tem uma choupana.

10/01/1849 - 32 palmos de chão a Jorge da Costa Braga na Rua Nova do Comercio a frente de uma casa de palha que tem o requerente.

11/01/1849 - 20 palmos de chão na rua do Putiú entre Delfina e Thereza de Tal a Luis Antonio Pereira.

1849 – Rua Nova do Comércio, Rua do Comércio, Rua 15 de Novembro.

Desenvolvimento urbano de Baturité – Séculos XVIII e XIX (Parte 2)

No ano de 1856, o então Presidente da Província do Ceará, Francisco Inácio Homem de Melo, ao passar pelas terras serranas de Baturité, escreveu em suas memórias:

“Atravessei diversas fazendas, muitas delas importantes. Não havia ali escravo. Homens bravos, bem conformados, sadios, mostrando em seus movimentos a dignidade de um ente livre, apareciam-me por toda a parte, executando, com desembaraço e alegria, os diferentes trabalhos da Lavoura”.

E acrescenta:

“Estas terras rateadas com tanto cuidado, brotando do seu seio os tesouros da abastança, não recolheram uma lágrima, nem ainda o sangue do escravo as tornou para sempre estéreis”. (Francisco Inácio Homem de Melo, Tricentenário da vinda dos primeiros portugueses ao Ceará (1603-1903) Fortaleza Ceará).
(Franklin Távora e o seu Tempo, por João Aguiar, páginas 26 e 27). (História Baturité, época colonial – Vinicius Barros Leal – Séc. Cultura e Desporto, 1981).

Mesmo na década de 1850, já proximo da Vila de Baturité, ser elevada a categoria de cidade, existiam muitas moradias de taipa e choupanas de palha:

30/01/1857 – 50 palmos de terreno, a Augusto Nogueira de Queiroz, para edificar uma casa na rua nova da Laranjeira encostado a uma choupana de palha.

21/04/1857 – 35 palmos de terreno a Miguel da Silva Brandão para edificar uma casa, onde o mesmo tem uma casa de palha.

21/04/1857 – 30 palmos de terreno para edificar uma casa a Barnabé Francisco da Silva, junto a casa de José Antonio Macaúba, que fica entra as cabanas de Miguel Brandão e Alexandre Barbosa.

25/04/1857 – José Ferreira Nunes aforou 32 palmos de chão para edificar uma casa na rua que segue pela estrada Labirinto que tem pelo poente, e para isto se sujeitou a levantar dita casa, ou que ao menos a frente no prazo de um ano a contar desta data sob pena de ser considerado devoluto o terreno.

1860 a 1862 - Terrível epidemia de cólera varreu os sertões nordestinos. <Às Margens da História do Ceará> Gustavo Barroso. Ed. ABC.

15/02/1861 – 32 palmos de terreno a José Ferreira Nunes para edificar uma casa na Rua do Genipapeiro da parte do poente no lugar onde já se acha edificada uma pequena casa de taipa.

15/02/1861 - 47 palmos de terreno a Lourenço Alves da Costa, para edificar uma casa na Rua do Genipapeiro aonde o mesmo já tem edificadas duas casinhas de taipa da parte de baixo com o foreiro o finado Capitão José Freire da Silva.

15/02/1861 - 26 palmos de terreno a Francisco Lopes Montanha, para edificar uma casa na Rua Nova do Rio Aracoiaba abaixo das frentes de José Perfeito do Nascimento, onde já tem edificada uma casinha de taipa.

15/02/1861 – 30 palmos de terreno a Manoel Alves Ribeiro Pereira, para edificar uma casa na Rua do Genipapeiro, aonde o mesmo já tem uma choupana.

15/02/1861 – 40 palmos de terreno a José Alves de Carvalho Franco, para edificar uma casa, na Rua Nova do Rio ao norte da Matriz desta Cidade no lugar aonde o mesmo já tem uma casinha de taipa.

15/02/1861 – 30 palmos de terreno a Antonio da Costa Maciel, para edificar uma casa na Rua Nova do Rio ao Norte da Igreja do Rosário, cujo terreno o mesmo já tem uma choupana de palha aonde mora.

15/02/1861 - 35 palmos de terreno a Luis Antonio de Franca, para edificar uma casa na Rua Nova da parte do Rio Aracoiaba, junto a Casa de José Perfeito no oitão da parte de baixo, onde o mesmo já tem uma casinha de taipa.

15/02/1861 – 35 palmos de terreno a Luis Antonio de Franca, para edificar uma casa na Rua Nova da parte do Rio Aracoiaba, junto a Casa de José Perfeito no oitão da parte de baixo, aonde o mesmo já tem uma casinha de taipa.

15/02/1861 – 30 palmos de terreno a Thereza Maria de Jesus, para edificar uma casa na Rua da Laranjeira do pé da casa do Cego Sinirdo onde a mesma já tem uma casinha de taipas.

15/02/1861 – 20 palmos de terreno a Francisca Maria de Jesus, para edificar uma casa no Lugar denominado Lagoa do Tenório, onde a mesma tem uma choupana.

15/02/1861 – 30 palmos de João Baptista Jacú, para edificar uma casa no lugar denominado Lagoa do Tenório, onde o mesmo já tem uma choupana.

15/02/1861 – 35 palmos de terreno a Maria Duarte da Silva, para a mesma edificar uma casa na uma da travessa que fica detrás da Matriz aonde uma “puchada” coberta de telha.

15/02/1861 – 26 palmos de terreno a Luis Antonio de Brito, para edificar uma casa na Rua do Genipapeiro aonde já tem uma choupana.

16/02/1861 – 50 palmos de terreno a Joaquim Rodrigues Pinto, aonde o mesmo já tem uma casa de taipa que edificou Antonio Francisco de Souza.

18/02/1861 - 35 palmos de terreno a Francisco José Ramalho, para edificar uma casa onde o mesmo já tem uma choupana.

Notadamente, existiam os ricos, que construiram belas residencias e sobrados como Manoel Dutra de Sousa, que

em 21/07/1857:
aforou 355 palmos na Rua da Laranjeira (terreno onde acha-se edificado atualmente o Forum Governador Virgilio Távora, antigo solar dos Ramos);

possuía em 1875:
uma frente de tijolos na Rua do Rio;

em 20/11/1875:
aforou 300 palmos de terreno na Rua do Assude , vizinho a casa do mesmo, fazendo quina com o sobrado do mesmo.

Possuía nos anos de 1882 e 1883 imóveis:
na Praça da Matriz nº 2, 32;
na Rua do Commercio nº 5, 6, 8, 10, 18;
na Rua 7 de Setembro nº 11, 29, 8, 10, 60, 62;
na Rua da Laranjeira (atual Rua Padre Antonio Pinto) s/n (4);
e na Rua da Cadeia s/n.

A primeira demarcação urbana foi estabelecida pela sessão extraordinária da Câmara de 20/03/1862:
“Seguindo pela estrada que vai para a Capital fica extremada ao pé de um pau d’àrco que fica abaixo da ribeira, seguindo pela estrada do Labirinto fica estremada no lugar Cajazeiras nos limites do sitio do Vigário Raimundo Francisco Ribeiro e Alexandre Ferreira da Silva e fica extremado pelos lado os fundos dos quintais das ultimas ruas”.

Quanto a serra, instala-se a produção de café e de frutas, que estimolavam o desenvolvimento econômico da região.

José Alexandre Castello Branco - 1864 - Vendeu o sítio Pendência (Pacoti) a Luis Ribeiro da Cunha por 7.600$000, sete contos e seiscentos mil reis. Na escritura diz que o sítio pertenceu a Luis Rodrigues Pereira, Manoel Barboza, Manoel Maciel e José da Costa Pimentel e José Avelar. No sítio havia plantações de café, laranja e lima.

Houve também a contribuição dos que aqui chegaram, contratados pela Câmara Municipal para para o exercício das mais diversas atividades, como Amaro Cavalcante (professor de latim)que chegou a Baturité em 1872. Construiu diversos prédios públicos. Demoliu ruelas e em seu lugar construiu a Praça que hoje tem seu nome e que é em parte ocupada pelo prédio do Correio. Por detrás da Praça, construiu sua residência.

Praça Waldemar Falcão – Antes era onde estava a Cadeia Pública.

1877 - Seca – Novamente, o flagelo atingiu o sertão. A pecuária foi severamente atingida, Segundo Thomaz Pompeu, no Ceará o gado ficou reduzido a 1/8. Fazendeiros que recolhiam 1.000 bezerros não ficaram com 20 nos anos seguintes.
Os efeitos da seca, fome, cólera, febre amarela, varíola e devido ao desequilíbrio ecológico: praga de cascáveis.

1878 - Seca - A Igreja de Santa Luzia de Baturité foi inaugurada em 07/09/1879. Sua construção foi iniciada na grande seca de 1877/1878 pelo Governo Imperial como obra de assistência aos flagelados.

O Prédio da Prefeitura Municipal de Baturité, teve sua construção iniciada em 1878, como obra de assistência aos flagelados. Assim como também o prédio da Cadeia Pública.

Milhares de cearenses acabaram forçados a emigrar para o Amazonas. Só de janeiro a junho de 1878, pelos portos de Fortaleza e Aracati, cerca de 35.000 deixaram a Província, a maioria para a Amazônia. O próprio Governo estimulava a emigração ao distribuir as rações dos flagelados e pagando passagens.

Em Baturité, a Câmara foi acusada de não só se desinteressar dos problemas dos flagelados – chegando a demitir o médico que cuidava dos pobres, como também de aumentar os salários dos seus funcionários.
Morreram no Ceará cerca de 200.000 de 1877 a 1880.

1879 – Seca.

1882 - Neste ano, inaugurou-se a estação da estrada de ferro de Baturité, grande realização de João Cordeiro, a convite de quem visitou Baturité, o grande orador abolicionista José do Patrocínio.

25/03/1883 - Abolição dos Escravos em Baturité.

1888 - Seca - O Governo Imperial constrói a estrada Baturité a Conceição (Guaramiranga), usando a mão de obra dos flagelados da seca.

1898 a 1900 – Seca.

Sobre as pessoas que moravam na cidade, escreveu José Maciel:

Baturité era, então, essa gente, esses patriarcas que, somados a muitos outros seria longo e fastidioso descrever. Muitos desses antepassados acostumados, de boa vontade, à conjuntura criada pelo natural envolver do tempo, aderiram ao surto migratório que levou para a Capital do Estado uma considerável parcela da população, de modo que, dentro de uma década, a cidade viu renovado o seu elemento humano.

É de crer que tenha acontecido o mesmo por todos os recantos do norte, de vez que o fim da segunda guerra significou não só para nós, mas para o mundo inteiro, a renovação das coisas, do tempo, dos homens, da vida enfim. (Crônica de José Maciel – Jornal A Verdade 10/09/1972. O velho Torrão.)

Fontes:
Jornal a Verdade. Edições de 1981 – Velhos troncos de Baturité – Castelo Branco.
Mudim de Baturité - Traquinices e Traquinadas.
Livro de Óbitos da Baturité - 1877
Livro de Aforamentos da Prefeitura Municipal de Baturité
Livro de Registro de Imóvel da Prefeitura Municipal de Baturité
Subsidio, Geográfico, Histórico e Estatístico - Pedro Catão.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

DICIONÁRIO DE EXPRESSÕES POPULARES DA LÍNGUA PORTUGUESA

DICIONÁRIO DE EXPRESSÕES POPULARES DA LÍNGUA PORTUGUESA
SILVEIRA, JOÃO GOMES DA


Imagine um dicionário onde se possa localizar frases verbais que ouvimos diariamente pelas ruas, com seu significado explicado e detalhado. Ele existe e é mais um "expressionário" do que um compêndio, como o próprio autor o classifica.

O "Dicionário de Expressões Populares da Língua Portuguesa" (WMF Martins Fontes, 2010), de João Gomes da Silveira, agrupa --em volume único-- gírias e outros modismos luso-brasileiros da língua portuguesa. Língua essa que se reinventa dia após dia, fala após fala.

Para tanto, em 956 páginas, encontramos os mais variados significados para expressões como "cair nas garras de", "pagar gato por lebre", "tirar leite da pedra", entre outras.

Gomes da Silveira "faz escola" com o volume. Semelhante à uma hiperoficina oral, folheamos as páginas do volume em busca dos bastidores das frases que falamos com frequência.

As informações contidas na obra foram colhidas a partir de dicionaristas, filólogos, estudiosos do folclore e dos meios de comunicação, além da observação direta e das muitas citações às literaturas brasileira e portuguesa.

O autor, como ele próprio reconhece, não esconde o chulo. Pelo contrário, cita e o registra em sua obra. A linguagem popular instala-se em cada metro quadrado de verbete curioso.

O volume apresenta expressões verbais de conteúdo idiomático, decodifica semanticamente as frases e as associa à linguagem coloquial, circunscreve os termos nacional e/ou regionalmente e os subsidia com informações e/ou exemplos. (folha.uol.com.br)

O presente trabalho é uma hiperoficina de gírias e outros modismos luso-brasileiros. Ele traz à tona a inimaginável riqueza idiomática contida nas frases verbais. Glossário monográfico, a rigor, o Dicionário de expressões populares da língua portuguesa tem por fim explicar os significados de um campo específico, o das frases verbais. Tenta ser fiel ao nosso acervo idiomático. Restringe-se às expressões – ou sintagmas, como querem os linguistas – puramente verbais. Ou seja, tal fraseologia passa a ter vida própria a partir da classe gramatical dos verbos.

ISBN: 9788578273040
Número de páginas: 980
Editora: WMF MARTINS FONTES
Acabamento: Brochura costurada e colada
Formato: 17 X 24 cm
Peso: 1,300gr.
Edição: 1ª Edição - 2010

Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090
Por: 98,00

O autor
João Gomes da Silveira nasceu em 1941 no município de Redenção, CE, e fez as primeiras letras no povoado de Serrinha, atual Guaci, distrito de Redenção. É licenciado em Letras e pós-graduado em Língua Portuguesa pela UECE. Tem inédito, ainda sem editor, um “Glosario esencial del español popular”, bilíngue.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Theotonio Evangelista de Abreu

Theotonio Evangelista de Abreu, casou-se com D. Rufina de Castro Abreu. Possuía um terreno aforado em 17/05/1877, que foi usado para a construção do mercado. Nesta ocasião abatia-se sobre a Provincia a terrível seca, e a compra do terreno foi proposto pela Câmara para construção do mencionado mercado, visando empregar a farta mão de obra de que dispunha a cidade, e ao mesmo tempo dar meios de subsistencia aos flagelados.
No entanto, Theotonio Evangelista de Abreu e Porfirio de Amaral Gurgel, declinaram do privilégio, e fizeram os terrenos voltarem ao dominio da Câmara, sem custos.

Em 07 de agosto de 1889, esteve presente a Sessão solene da Câmara, que recepcionou o Conde D'Eu. Era na ocasião um dos 5 Vereadores.

Desfrutava de indiscutível projeção econômica e política no Maciço de Baturité, junto com outros industriais (coronel Bernardino Proença, coronel João Cordeiro) com suas usinas de beneficiamento, faziam de Baturité o maior centro algodoeiro do Estado.

Pai de Julieta de Castro Abreu, que casou-se com José Sampaio Cardoso, falecida em 1925, em decorrência de complicações pulmonares.
Do aludido matrimônio, nasceram os seguintes filhos: Áurea e Julieta de Abreu Cardoso, inuptas; Theotônio, Valmir e Carlos de Abreu Cardoso, todos já falecidos, com sucessão.

Pai de Francisca de Castro Abreu, que se casou com o Dr. João Augusto Perdigão, nascido em São Bernardo das Russas, de família aracatiense, o qual além de fundador do Ginásio Baturiteense, foi Promotor de Justiça e Juiz de Direito de Baturité, onde se casou com D. Francisca.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Receita e Despesa - Câmara Municipal de Baturité 1773

7520/3482
João da Costa

Receita e Despesa

Este livro há de servir para a despeza da Câmara
da Real Va. de Monte Mor, O Novo, q´houver de ser feita
por seos respectivos procuradores, foi numerado,
rubricado por mim, leva no fim, o encerramento.

Aquirás, 27 de Fevº de 1773

João da Costa

Receita do anno de 1797

Abril 2
1
Ficam carregados em receita viva ao Thezourei-
ro atual dos bens do Conselho o Sargento Mor Jo-
zé dos Santos Silva duzentos e hum mil du-
zentos cincoenta em que ficou alcançado nas
contas que lhe foram tomadas pellos oficiaes
da Câmara da receita e dispeza ao ano de
mil setecentos e noventa e seis como cons-
ta do livro dellas que serve com o dito de
foreiro art 39 e por que se acha em seo
puder o dito alcance assignou com-
migo escrivam da Câmara aos 2 de abril
de 1797, eu Francisco Pereira Torres es-
crivam o escrevi.
201$250
Francisco Pereira Torres
Joze dos Santos Silva

Abril 2
1
Ficam carregados em receita viva ao Thezoureiro-
atual Jozé dos Santos Silva quinze mil
reis recebidos do Procurador Jozé de Bar-
Barros pago pelo contrato das carnes fres-
cas e receitas das secas o capitam Joze Severino
do Nascimento de três quartéis vencidas no
último de setembro do ano passado]
de 1796 das arrematações dos mes-
mos contratados como estão em seo
puder e por convocação dicam
lançados e commo assignou commigo
aos 2 de abril de 1797i.
15$000
Francisco Pereira Torres
Joze dos Santos Silva

216$250

Governantes Municipais de Baturité

Diretor da Vila:
- Capitão João Rodrigues de Freitas - 1º Diretor da Vila Real de Monte Mor, o nova d’América, nomeado por ocasião da sua fundação, a 14/04/1764.

Presidente da Câmara:
- João Carlos de Oliveira Sacouto - 10/05/1848 a 14/12/1848.
- Pedro José Pereira Castello Branco - 04/08/1856 a 18/07/1859.
- José Pacifico da Costa Caracas - 18/07/1859 a 09/01/1861.
- Pedro José Pereira Castello Branco - 09/01/1861 a 30/08/1863.
- André Epifânio Ferreira Lima - 01/09/1863 a 15/01/1866.
- Pedro José Pereira Castello Branco - 16/01/1866 a 07/04/1869.
- Venâncio Pereira Castello Branco - 07/01/1869 a 07/01/1873.
- Balduíno José de Oliveira - 07/01/1873 a 07/01/1877.
- Pedro José Pereira Castello Branco - 08/01/1877 a 07/01/1880.(Pedro Castelo, faleceu em 23/04/1877, de problema cardiaco em Fortaleza, assumiu então: Raimundo Cicero Sampaio, concluindo o mandato).
- Raimundo Cícero Sampaio - 07/01/1880 a 07/01/1883.
- Clementino de Holanda Lima - 07/01/1883 a 07/01/1887.
- Francisco Rodrigues de Oliveira - 07/01/1887 a 07/01/1888.
- Francisco Alves Linhares - 07/01/1888 a 07/08/1889.
- 07/08/1889 a 18/01/1990.

Intendente Municipal:
- Francisco Ernesto de Oliveira - 18/01/1890 a 02/05/1890.
- Pompílio Cordeiro da Cruz - 02/05/1890 – 10/06/1890.
- João Firmino Dantas Ribeiro - 10/06/1890 – 29/10/1890.
- Montezuma Peixoto Leão - 30/10/1890 a 13/10/1891.
- João Benício de Souza - 13/10/1891 a 21/02/1892.
- Balduíno José de Oliveira - 21/02/1892 – 20/04/1892.
- João Arruda de Aguiar e Silva - 20/04/1892 a 10/06/1892.
- João Ramos da Silva - 10/06/1892 a 29/06/1893.
- Bernardino Proença - 29/06/1893 a 31/12/1898.
- Cândido Thaumaturgo - 02/01/1899 a 30/09/1900.
- Alfredo Dutra de Souza - 01/10/1900 a 09/11/1905.
- Francisco Cordeiro de Souza - 10/11/1905 a 09/08/1908.
- José Arruda - 09/08/1908 a 22/07/1910.
- Alfredo Dutra de Souza - 23/10/1910 a 25/01/1912.

Prefeito Municipal:
- Joaquim de Alencar Mattos - 25/01/1912 a 20/03/1914.
- Alfredo Dutra de Souza - 20/03/1914 a 11/07/1919.
- José Pacifico da Costa Caracas Filho - 12/07/1919 a 15/09/1920.
- Francisco Alves Linhares Filho - 16/09/1920 a 02/03/1921.
- Pedro Lopes Pereira - 03/03/1921 a 16/08/1924.
- João Paulino de Barros Leal Filho - 16/08/1924 a 30/11/1928.
- Pedro Catão - 01/12/1928 a 31/07/1930.
- José Joaquim de Almeida - 01/08/1930 a 28/10/1930.
- Alfredo Dutra de Souza - 29/10/1930 a 04/06/1932.
- Heitor Fiúza Pequeno - 04/06/1932 a 20/02/1933.
- Ozimo de Alencar Lima - 20/02/1933 a 02/07/1934.(Interventor)
- Luiz Rolim da Nóbrega - 02/07/1934 a 26/09/1934.
- Cândido Silveira - 26/09/1934 a 1935.
- Francisco das Chagas de Souza - 1935 a 06/06/1935.
- Ananias Arruda - 06/06/1935 a 1943.
- Francisco das Chagas Costa Tito - 1943 a 26/02/1944.
- Raimundo Raul Correia Lima - 26/02/1944 a 04/06/1944. (Interventor)
- Edmundo Bastos - 04/06/1944 a 19/11/1945.
- Thomaz Gomes da Silva - 19/11/1945 a 19/03/1946.
- Edmundo Bastos - 09/03/1946 a 31/03/1946.
- Hermenegildo Furtado Filho - 31/03/1946 a 28/02/1947.
- 20/02/1947 a 23/03/1947.
- Raimundo Raul Correia Lima - 23/03/1947 a 06/01/1948.
- Raimundo Viana - 06/01/1948 a 31/01/1951.
- 31/01/1951 a 25/02/1951.
- Miguel Edgy Távora Arruda - 25/02/1951 a 25/03/1955.
- Francisco Rosuel Dutra Ramos - 25/03/1955 a 25/03/1959.
- Miguel Edgy Távora Arruda - 25/03/1959 a 25/03/1963.
- Antonio Wellington Viana - 25/03/1963 a 23/12/1964.
- Manoel Gomes Castello Branco - 23/12/1964 a 25/03/1967.
- José Ricardo da Silveira - 25/03/1967 a 25/03/1971.
- José Marcelo de Holanda - 25/03/1971 a 31/01/1973.
- Raimundo Ivo dos Santos Oliveira - 31/01/1973 a 31/01/1977.
- José Marcelo de Holanda - 31/01/1977 a 31/01/1983.
- Clemente Olintho Távora Arruda - 31/01/1983 a 31/12/1988.
- Fernando Lima Lopes - 01/01/1989 a 31/12/1992.
- Raimundo Ivo dos Santos Oliveira - 01/01/1993 a 31/12/1996.
- Fernando Lima Lopes - 01/01/1997 a 31/12/2000.
- Clóvis Amora Vasconcelos Filho - 01/01/2001 a 31/12/2004
- Fernando Lima Lopes - 01/01/2005 a 31/12/2008
- Silvana Furtado de Figueiredo Vasconcelos - 01/01/2009 a 31/12/2012

Moradores e Visitantes de Baturité - 1700 a 1900

1. A... Evangelista de Abreu – Possuía imóvel na Rua do Pau D’arco em 1872.
2. Albano José do Amaral – Aforou 30 palmos de chão na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861.
3. Alexandre Barbosa – Possuía uma cabana em 1857.
4. Alexandre Correia de Araújo - Suplica à Câmara conceder a posse dos Lagos: Forquilha, Mary e Jucá, aos índios. O que é concedido em 16/03/1811. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
5. Alexandre Pereira (Liberal) Pituguari – Juiz Presidente, presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
6. Alexandrina de Tal – Possuía imóvel na Rua Nova do Rio em 1861.
7. Alexandrina Francisca de Pontes – Dona – Aforou 30 palmos de chão na Rua das Frutas em 08/01/1849.
8. Alexandrina Francisca do Sacramento – Aforou 30 palmos de chão na Rua do Genipapeiro em 28/04/1860.
9. Alexandrina Maria da Conceição – Aforou 30 palmos de chão na Rua Atrás da Matriz em 21/04/185.
10. Alexandrino José Garcia – Aforou 35 palmos de chão na Rua Atrás da Matriz em 09/10/1857; aforou mais 57 palmos de chão em 11/03/1857.
11. Amaro Cavalcante – Nasceu no Rio Grande do Norte, chegou a Baturité em 1872. Construiu diversos prédios públicos. Atuou como Professor de Latim em 29/12/1876. Faleceu como Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal.
12. Amaro Rodrigues (Roiz) Moreira – Morador em 14/04/1764.
13. Anacleto Correia da Silva – Em 1810 arrematou a contratação de aferições para 1811.
14. Anacleto Paz Barreto
15. André Epifânio Ferreira Lima – Possuía imóveis na Rua da Palma nº 14, 16 nos anos de 1882 e 1883.
16. André Francisco Lopes
17. André Moreira da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
18. André Moreira Sampaio - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
19. André Ribeiro de Figueredo - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
20. Ângelo José da E. M.(Ângelo José da Expectação Mendonça) – Em 25/02/1825, aparece como fiador dos seguintes presos, que participaram da Confederação do Equador: Joaquim Gomes do Carmo, que foi Alferes do Batalhão dos Pardos; José Victorino, que foi Comandante de Batalhão; Gonçalo Garcia e Vicente Ferreira; Secretario da Câmara Municipal em 14/05/1835; Deputado Provincial de 1838 e 1839.
21. Anna Rocha Araújo – Possuía imóvel na Rua 7 de Setembro 22 em 1882; Possuía imóvel no Putiú em 1883.
22. Anna Roza
23. Antonio Alves Barros – Morador do termo de Monte-Mor Novo em 21/10/1825. Possuía um escravo de nome Francisco.
24. Antonio Alves Bizerra
25. Antonio Alves da Rocha – Tenente. Aforou 85 palmos de chão na Rua da Laranjeira em 19/11/1875.
26. Antonio Ancelmo de Sousa
27. Antonio Barbosa Maciel – Aforou 30 palmos chão em 12/10/1834, comprado de Josefa Maria da Silva.
28. Antonio Barros Beserra - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
29. Antonio Barros de Souza – Possuía imóvel na Rua do Pau D’arco em 1872.
30. Antonio Barros Martins
31. Antonio Barroso de Souza – Aforou 84 palmos de chão na Rua do Commercio em 19/12/1831.
32. Antonio Bonifácio de Souza (Antonio Bonifácio) (Antonio Bonifácio de Souza (Curumim)) - presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; possuía uma casa em 1850.
33. Antonio Candido de Souza – Secretario interino da Câmara em 09/01/1858, 15/04/1858, 12/01/1858, 14/01/1858, 15/01/1858, 17/04/1858, 19/04/1858, 10/01/1858, 13/01/1859, 14/01/1859, 15/01/1859.
34. Antonio Conceição
35. Antonio Correia Dormont – Arrematou em 1805, o contrato do curral do assogue. Procurador do Conselho da Câmara em 09/05/1815.
36. Antonio Custodio Ramos - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
37. Antonio da Costa Maciel – Aforou 30 palmos de chão na Rua Nova do Rio (Rua do Rio Aracauaba), onde já tinha uma choupana de palha, em 15/02/1861.
38. Antonio da Motta Silva – Capitão. Afiançou em 1802 a João Francisco Tavares de Mello, na arrematação das carnes frescas e secas para 1803; Morava no Riacho do Sangue, Fazenda Jardins.
39. Antonio da Silveira – Secretario da Câmara Municipal.
40. Antonio de Albuquerque – Aforou 32 palmos de chão em 28/05/1850, transferido de José Pereira de Castro.
41. Antonio de E Sa. (Antonio do Espírito Santo) Possuía 180 braças de terras em 1831.
42. Antonio de Freitas Sampaio – Tenente. Possuía uma casa em 1874.
43. Antonio de Oliveira – Possuía imóvel em 14/01/1835.
44. Antonio de Souza Fernandes
45. Antonio dos Santos Braga – Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
46. Antonio Duarte Brandão
47. Antonio Felis
48. Antonio Felis da Conceição – Aforou 100 braças de terras na Mucunam em 1847.
49. Antonio Felis de Menezes (Antonio Felix de Menezes) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; aforou 30 palmos de chão em 13/07/1835.
50. Antonio Felis de Souza – Possuía imóvel na Rua Nova do Assogue em 13/03/1860.
51. Antonio Felix Ribeiro - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
52. Antonio Ferreira – Aforou 25 palmos de terreno em 08/04/1835.
53. Antonio Ferreira Bezerra – Aforou 100 braças de terras na Ladeira do Commum em 13/04/1836.
54. Antonio Ferreira das Neves – Aforou 70 braças de terras nas margens do Rio Putiú em 1840.
55. Antonio Ferreira de Mello - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
56. Antonio Ferreira do Nascimento - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
57. Antonio Ferreira Lima Sucupira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
58. Antonio Filipão – Possuía casa em 1851.
59. Antonio Francisco Alves dos Santos - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
60. Antonio Francisco da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
61. Antonio Francisco da Silveira – Possuía uma casa na Rua do Assogue em 1857; possuía um imóvel na Rua do Pau D’arco em 1872; possuía uma casa na Rua Nova em 1848; possuía uma casa em 1849; possuía uma casa na Rua Nova do Commercio em 1851.
62. Antonio Francisco da Silveira Junior – Aforou 105 palmos de chão no Beco do Candeia em 04/08/1850.
63. Antonio Francisco das Chagas (Antonio Francisco das Xagas) – Aforou 90 palmos de chão na Rua atrás da Rua do Rio em 02/02/1861; aforou 27 palmos de chão na Rua Nova do Commercio em 28/11/1850.
64. Antonio Francisco de Araújo – Aforou 32 palmos de chão em 12/10/1834; aforou 40 palmos de chão em 12/04/1862 na Rua em frente da feira.
65. Antonio Francisco de Souza – Possuía uma casa de taipa em 1861; possuía uma casa na Praça Sta Luzia s/n em 1882.
66. Antonio Francisco Maçaranduba (Antonio Maçaranduba) – Aforou 60 palmos de chão em 13/07/1835.
67. Antonio Francisco Pinto Camurça – Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; aforou 150 braças de terras nas margens do Rio Putiú em 24/05/1831; foi fiador de Pedro Jozé da Silva em 24/05/1831; foi fiador do Reverendo Noberto Madeira Barros em 24/05/1831.
68. Antonio Francisco Soares - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
69. Antonio Freire da Silva – Aforou 60 palmos de chão em 30/10/1834.
70. Antonio Gomes da Silveira – Capitão. Filho de Luis Gomes da Silveira.
71. Antonio Gomes Pereira Júnior – Promotor Público da Comarca em 10/01/1877.
72. Antonio Gregório Thaumaturgo – Possuía imóvel na Rua 7 de Setembro nº 72 nos anos de 1882 e 1883; aforou 32 palmos de chão na Rua Nova em 14/11/1848.
73. Antonio Igino de Gueras -
74. Antonio Jose de Albuquerque – Sargento da Primeira Companhia do Batalhão de Caçadores. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
75. Antonio José de Sant’anna – Em 1810 arremata as aferições para 1810.
76. Antonio José Lino Pegado – Escrivão em 1803.
77. Antonio José Pereira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
78. Antonio José Ribeiro - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
79. Antonio Leandro Gomes - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
80. Antonio Lopes Bezerra - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
81. Antonio Lopes Marinho – Comandante. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
82. Antonio Machado do Nascimento – Aforou 30 palmos de chão na Rua Nova do Rio em 15/02/1861.
83. Antonio Manoel de Lima – Aforou 30 palmos de chão na Rua Nova do Commercio em 28/05/1851.
84. Antonio Maria de Jezus – Aforou 30 palmos de chão na Rua do Puente em 17/11/1855.
85. Antonio Mattos de Brito – Aforou 90 palmos de chão na Rua atrás da Rua do Rio em 02/02/1861.
86. Antonio Monteiro - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
87. Antonio Moreira da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
88. Antonio Negreiro – Participou da Guerra do Paraguai – 12/1864 a 03/1870.
89. Antonio Nogueira Campos - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
90. Antonio Nunes Vieira – Aforou 40 palmos de chão em 08/01/1854.
91. Antonio Pás Pereira de Andrade – Aforou 130 braças de terras em 1840.
92. Antonio Paz Mocó – Possuía terras aforadas na direção das Bananeiras em 1838.
93. Antonio Pereira – Possuía imóvel em 12/12/1834.
94. Antonio Pereira Castello Branco – Pai de Manoel Felipe Pereira Castello Branco.
95. Antonio Pereira Castello Branco -(Antonio Castello Branco) – Major. Procurador da Câmara Municipal; possuía imóveis na Rua do Rozário nº 12, 32, 34, 36 em 1882; Possuía 5 imóveis no Putiú em 1883; Secretario interino da Câmara Municipal em 19/08/1859; possuía uma casa em 30/10/1834.
96. Antonio Pereira da Silva – Assinou a rogo de Francisco Jozé Ramalho em 18/02/1861; Assinou a rogo de Antonio da Costa Maciel em 15/08/1861.
97. Antonio Pereira dos Santos – Afiançou em 1802 a Francisco Pereira no Contrato das Aferições para 1803.
98. Antonio Pereira Periquito – Aforou 30 palmos de chão na Rua da Laranjeira em 14/01/1858;
99. Antonio Pinto Borges – Sargento Mor em 1771.
100. Antonio Raulino de Moura – Possuía 30 palmos de chão na Rua do Commercio, que em 12/01/1858, fez a doação a José Pacifico da Costa Caracas.
101. Antonio Ricardo (da Silveira) Bravo Suçuarana – Aforou 50 braças de terras nas margens do Rio Aracauaba em 25/05/1831; depois adquiriu mais 130 braças de terras perfazendo 180 braças de terras; Foi fiador de João Jozé Lino Pegado em 24/05/1831; Fiador de Francisco da Silva Caridade em 09/01/1836; em 29/03/1825; “Major Antonio Ricardo Bravo Sussuarana – Quando da Confederação do Equador criou-se na Vila de Aracati uma Comissão Mlitar, por ordem do Governo Republicano, depois que se soube da restauração de Pernambuco, mas esta Comissão nenhum ato praticou. Era composta de: José Teixeira de Castro – Presidente e Comandante Geral da Vila, José de Castro e Silva Júnior, Francisco de Paula Martins, Tenente de Milícias Luiz Ignácio de Azevedo e o Major Antonio Ricardo Bravo Sussuarana. O Tenente de 1º Linha Rodrigues Chaves, foi nomeado emissário ao Governo Republicano, e partiu para Pernambuco, mas aí chegando já se tinha feito à restauração, e ele voltando como emissário do governo restaurado, desembarcou na praia da mutamba. Ao chegar na Vila esta noticia, marchou da Vila para batê-lo uma força comandada pelo Major Sussuarana, mas tendo sido destruídas as munições por uma grande chuva, voltou do córrego do coronel, três légoas distante da Vila, e depois a restauração se concluiu sem resistência. – CRIAÇÃO DA VILA DE ARACATI NA PROVINCIA DO CEARÁ, E OUTRAS NOTICIAS MINISTRADAS PELO SR. JOSÉ LIBERATO BAROSSO À PRESIDÊNCIA DA PROVINCIA. – Revista do Instituto Histórico e Geagráfico Brasileiro”. Depois de ter participado na Confederação do Equador, recebeu passaporte em virtude do perdão do Lord Cochrane em Nome de S.M.I., todavia, em 29/03/1825, o Presidente da Província pede ajuda ao General Lima, para sua prisão, uma vez que tinha recebido ordens nesse sentido da Secretaria de Estado dos Negócios da Justiça – A Confederação do Equador - página 269.
102. Antonio Rodrigues Cavalcante – Vereador. presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
103. Antonio Rodrigues de Araújo - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
104. Antonio Saraiva da Silva (Buriti) – Capitão da Terceira Companhia do Batalhão de Cassadores. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
105. Augusto Nogueira de Loreiro – Aforou 50 palmos de chão na Rua da Laranjeira em 30/01/1857.
106. Augusto Nogueira de Queiros
107. Balbino Ferreira Gregório – Aforou 30 palmos de chão na Rua do Genipapeiro em 17/02/1875.
108. Barnabé Francisco da Silva (Barnabé)
109. Barnabé José da Silva – Aforou 30 palmos de terreno em 21/04/1857.
110. Bento José Pereira
111. Bernardino José da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; Possuía Terras aforadas em 1831; 1841; Adquiriu o sitio de Pedro Jozé da Silva.
112. Bernardo Gomes Pereira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
113. Brásia Maria de Nazaré – Filha de Luis Gomes da Silveira
114. Caetana Izaulina da Silva – Possuía imóvel na Rua da Laranjeira em 1872.
115. Caetano Jozé de Mesquita – Assinou a rogo de João Manoel Dias em 16/02/1861.
116. Caetano Monteiro Rodrigues – Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
117. Caetano Ribeiro Marinho - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
118. Cândido José de Oliveira – Aforou 40 palmos de terreno na Rua do Assogue em 30/09/1857; possuía casa na Rua do Assogue em 15/02/1861 já falecido, a viúva construiu casa.
119. Cândido José Pamplona
120. Carneiro
121. Cícero Antonio de Oliveira – Aforou 40 palmos de terreno em 23/04/1857.
122. Cícero Cezário Paulo de Vasconcellos – Assinou a rogo de Felipe Borges da Silva em 29/01/1858; assinou a rogo de Jozé Alves Pegado em 18/02/1861.
123. Clementino de Holanda – Vereador em 10/01/1877.
124. Cosma Ramalho – Possuía uma casa na Rua do Genipapeiro em 1860.
125. Cosme Damião Gonçalves – Em 20/12/1805, arrematou a contratação de carnes frescas e secas de 1806.
126. Cosme Paes Maciel de Carvalho – 1º Professor 14/04/1764.
127. Custódio José Alves (Custódio J. Alves) – Aforou 30 palmos de terreno em 22/04/1857; aforou 35 palmos de terreno na Rua da Laranjeira em 20/07/1855.
128. Damião Deocleciano da Silveira
129. Damião Gomes de Souza – Aforou 72 palmos de terreno na Rua do Pau D’arco em 06/12/1872; possuía uma casa no Putiú em 1882; Participou na Guerra do Paraguai (12/1864 a 03/1870), onde perdeu uma perna na Batalha do Riachuelo.
130. Damião Lopes Barreira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
131. David Bezerra – 3º Vereador em 14/04/1764.
132. Delfina de Tal – Possuía casa na Rua do Putiú em 1849.
133. Desiderio Borges Beserra - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
134. Desidério da Silva Romãs – Em 1767, recebe custas para fazer o pé do Pelourinho.
135. Dionísio Neris da Silva – Aforou 32 palmos de terreno na Rua da Cadeia Nova em 09/01/1858.
136. Domingos Antonio de Menezes de Miranda
137. Domingos Carão de Lima – Possuía casa em 1850.
138. Domingos Carlos Gerson de Sabóia – Bacharel. Aforou com o Vigário Raimundo Francisco Ribeiro, 150 palmos de terreno na estrada que segue para o Labirinto em 25/01/1871; Advogado Hábil e Espirituoso; Deputado Provincial de 1840 e 1841 e de 1846 e 1847; Editor do Jornal “O Baturité” de 1876 a 1879; Deputado Provincial.
139. Domingos Fernandes – Foreiro em 1764.
140. Domingos Lopes Aguiar – Sargento de Ordenanças. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
141. Estevão Paes de Araújo – Termo de 22/09/1766, para morar na Vila de Monte-Mór Novo.
142. Estevo Sebastião Bento Pereira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
143. Eufrásio (Bisburi) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
144. Eufrásio Alves da Silveira (lontra) – Em 15/01/1814, arrematou o subsidio das carnes frescas e secas para 1814; em 15/01/1814, afiançou a Ignácio de Barros Dias na arrematação das aferições para 1814; Sargento do 1º Batalhão de Cassadores, presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
145. Felício Alves de Almeida - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
146. Felinto – Doutor; Vereador em 12/01/1869, propôs a Construção de uma Casa da Câmara em frente á Casa do Vigário.
147. Felipe Bernardino – Possuía imóvel na Rua do Rio Aracoaba em 16/02/1861.
148. Felipe Borges da Silva – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Rio em 09/01/0858.
149. Felipe Soares Pereira – Aforou 30 palmos de terreno em 29/04/1862 na Rua Nova que segue para o Beco do Antonio Francisco.
150. Felix José Cavalcante – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Rozário em 02/03/1873, em frente da casa do Vigário Raimundo Francisco Ribeiro.
151. Félix José Pipoca
152. Fellipe José Cavalcante – Aforou 32 palmos de terreno na Rua da Cadeia Nova em 19/08/1859.
153. Firmino dos Santos Silva – Foreiro em 1764.
154. Florêncio Pereira Martins - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
155. Francisca das Chagas
156. Francisca Delfina das Chagas – Possuía imóvel na Rua do Assogue em 1861.
157. Francisca Maria de Jezus – Aforou 20 palmos de terreno na Lagoa do Tenório em 15/02/1861, onde a mesma tem uma choupana.
158. Francisca Romana da Cunha (Francisca Romana) – Possuía imóvel na Rua do Assogue em 14/01/1859; possuía casa em 1861.
159. Francisco Alves Barros - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
160. Francisco Alves de Negreiros – Assinou arrogo de Miguel Antonio da Silveira em 15/02/1861.
161. Francisco Alves Marques (Favella) – Procurador do Conselho da Câmara em 20/06/1824; presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
162. Francisco Antonio Coleta (Francisco Antonio Colita)
163. Francisco Antonio das Reses - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
164. Francisco Antonio de Albuquerque – Aforou 32 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 13/08/1851.
165. Francisco Antonio de Araujo – Aforou 60 palmos de terreno na Rua do Rozário em 02/11/1859.
166. Francisco Antonio de Oliveira – Possuía Imóvel na Rua do Assogue em 1861; possuía Imóvel na Rua do Commercio nº 30 nos anos de 1882 e 1883; aforou 50 palmos de terreno em 30/09/1857; aforou 52 palmos de terreno na Rua do Açogue em 15/02/1861.
167. Francisco Antonio de Péricles
168. Francisco Antonio dos Santos Leal – Fiador de Francisco Bezerra de Menezes em 11/12/1810 na arrematação do contrato de carnes frescas e secas para 1811.
169. Francisco Antonio Silveira Lima (Francisco da Silveira Lima) – Aforou 60 palmos de terreno na Rua Nova do Rio em 27/01/1860.
170. Francisco Antonio Tenório – Sargento da Primeira Companhia. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; aforou 135 braças de terras na Lagoia em 1835.
171. Francisco Barbosa de Mendonça – Termo de 22/09/1766 para assistir a Vila de Monte-Mór como morador dela.
172. Francisco Barbosa de Souza – Morador em 14/04/1764; – Português que fixou-se em Baturité.
173. Francisco Batista da Cruz - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
174. Francisco Bezerra de Menezes – Em 11/12/1810 arrematou contrato de carnes frescas e secas para 1811; em 15/01/1814, afiançou Eufrásio Alves da Silveira, na arrematação do contrato de carnes frescas e secas para 1814.
175. Francisco Bizerra Cavalcante - Oficial de Carpina.
176. Francisco Brás
177. Francisco Bremar Cavalcante – Aforou 60 palmos de terreno na Rua Nova em 15/11/1853.
178. Francisco C. – Aforou 30 palmos de terreno em 09/01/1851.
179. Francisco Carneiro da Silva – Aforou 30 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 11/08/1851.
180. Francisco da Costa (Sidadão Brasileiro) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
181. Francisco da Cunha – Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
182. Francisco da Cunha Pereira – Aforou 100 braças de terras na Gitirana em 14/06/1831.
183. Francisco da Rocha de Araujo – Aforou 40 palmos de terreno na Rua do Hospital em 15/04/1858.
184. Francisco da Silva
185. Francisco da Silva Caridade (Francisco Caridade) – Aforou 100 braças na Ladeira Nova que segue para o Sitio Commum em 09/01/1836; ainda o possuía em 1847; possuía casa na Rua Nova do Commercio em 1861.
186. Francisco das Chagas da Silva – Aforou 18 palmos de terreno na Rua do Rio em 18/01/1858.
187. Francisco de Brito Castro
188. Francisco de Maria Ângela – Aforou 25 palmos de terreno na Rua do Assogue em 25/07/1834.
189. Francisco de Oliveira Passarinho – Aforou 50 palmos de terreno na Rua do Pau D’arco em 06/08/1872; aforou 72 palmos de terreno na Rua do Pau D’arco em 06/08/1872.
190. Francisco de Pontes – Possuía imóvel na Rua do Puente em 1855.
191. Francisco dos Santos da Cunha
192. Francisco Félix Moreira – Em 1801 contratou em hasta pública a carne fresca e seca para 1802.
193. Francisco Ferreira da S. Nobre (Francisco Ferreira da Silva) – Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; aforou 30 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 13/04/1850.
194. Francisco Ferreira Lima – Aforou 40 palmos de terreno em 13/07/1835.
195. Francisco Freire Jardim – Participou da Guerra do Paraguai (12/1864 a 03/1870).
196. Francisco Germano Ferreira Lustoza – Capitão. (Franco. Germano Ferrª. Lustoza) (Germano) – Aforou 80 braças de terras nas margens do Rio Aracauaba em 06/05/1835; ainda possuía em 1847.
197. Francisco Gomes Ferreira – Aforou 30 palmos de terreno em 16/01/1854.
198. Francisco Gomes Martins – Assinou a rogo de Francisco José do Vale em 16/02/1861; assinou a rogo de Antonio Machado do Nascimento em 15/02/1861.
199. Francisco Ignácio - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
200. Francisco Ignácio da Cruz – Aforou 38 palmos de terreno na Rua Nova do Comercio em 09/01/1858.
201. Francisco Jardim – Possuía terreno em 1834.
202. Francisco José de Matos – Cirurgião. Nasceu em 10/1812 e faleceu em 04/10/1876; Deputado Provincial de 1846 e 1847 e de 1848 e 1949.
203. Francisco José de Moraes – Em 1804 afiançou ao Sargento-Mór José Severino de Vasconcellos na arrematação do contrato de carnes frescas e secas para 1805; presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
204. Francisco José Passarinho – Aforou 36 palmos na Rua do Rio Aracauaba em 02/06/1871.
205. Francisco José Ramalho – Aforou 35 palmos de terreno na Rua do Assogue em 18/02/1861 onde o mesmo tem uma Choupana.
206. Francisco Jozé do Vale – Aforou 16 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba, onde tem uma casa de tijolos em 16/02/1861; possuía uma casa na Rua do Genipapeiro em 1855.
207. Francisco Lopes da Costa - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
208. Francisco Lopes de Souza - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
209. Francisco Lopes Montanha – Aforou 26 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba onde tem uma cazinha de tijolos em 15/02/1861.
210. Francisco Manoel Barbosa – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Commercio em 28/11/1850.
211. Francisco Moreira Lima – Participou da Guerra do Paraguai (12/1864 a 03/1870).
212. Francisco Narcisio – Possuía um imóvel na Rua Nova do Commerio.
213. Francisco Nascimento – Aforou 52 palmos de terreno na Rua do Commercio em 08/01/1850.
214. Francisco Nicrato
215. Francisco Nogueira de Souza – Aforou 37 palmos de terreno em 30/10/1834.
216. Francisco Nogueira Queiroz – Possuía um terreno em 1857.
217. Francisco Oliveira Sobrinho – Participou da Guerra do Paraguai (12/01864 a 03/1870).
218. Francisco Pereira – Em 1802 arrematou em hasta pública o contrato de aferições para 1803; Morava no Candeia.
219. Francisco Pereira Bahia
220. Francisco Pereira Castelo Branco – Assinou arrogo de Francisco da Silva Caridade em 04/07/1848.
221. Francisco Pereira da Silva – Possuía imóvel na Rua do Assogue em 1861; possuía imóvel na Rua 7 de Setembro nº 51 nos anos de 1882 e 1883; possuía um imóvel em 15/02/1861 na Rua Nova; possuía um imóvel na Rua Nova do Curral em 1860.
222. Francisco Pereira Torres – Em 1809, morava no Putiú; em 21/07/1809 respondeu a diversas proposições que lhe fez a Câmara, por ter sido della escrivão muitos anos, sobre provimentos que deixou o erector da Villa e que já não existem mo arquivo.
223. Francisco Pinto Coelho – Aforou 34 palmos de terreno na Rua do Pau D’arco em 23/01/1873; aforou 40 palmos na Rua do Pau D’arco em 18/07/1873.
224. Francisco Pinto de Vasconcellos (Tubaram) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
225. Francisco Raimundo Costa - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
226. Francisco Ribeiro da Silva – Possuía imóvel na Rua do Pau D’arco em 1874.
227. Francisco Ribeiro de Lima – Aforou 30 palmos de terreno na Rua da Lagoa em 15/02/1861.
228. Francisco Rodrigues da Anunciação - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
229. Francisco Sabino Lopez – Assinou arrogo de Hilena Filisbella da Conceição em 21/10/1857.
230. Francisco Saraiva de Sousa – Aforou 30 palmos de terreno na Rua Nova em 11/04/1850.
231. Francisco Simoens Tinoco – Morador em 14/04/1764.
232. Francisco Soares Correya – Juiz da Villa em 14/04/1764.
233. Francisco Teixeira de Magalhães Almeida – Morador em 14/04/1764.
234. Francisco Xavier da Frota Monteiro - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
235. Francisco Xavier da Silva Castro (Francisco Chavier de Castro e Silva)– Capitão. Possuía um imóvel em 1835.
236. Franklin Gomes de Andrade – Possuía uma casa de taipa na Rua do Rio em 1875.
237. Galdino José da Costa – Aforou 28 palmos de terreno, onde possuía uma casa de taipa na Rua do Genipapeiro em 18/02/1861.
238. Galdino José da Silva – Possuía imóvel na Rua do Pau D’arco em 1873.
239. Gil – Possuía imóvel na Rua do Commercio em 1850.
240. Gonçallo Ferreira Jardim – Secretário da Câmara Municipal em 16/01/1838, 14/01/1837; possuía uma casa que foi transferida a Mozar Joaquim em 1835; possuía um sitio nas margens do Rio Aracoaba em 10/10/1857.
241. Gonçallo Ferreira Lima – Aforou 180 braças de terras nas Margens do Rio Aracoaba em 10/10/1857.
242. Gonçallo Jose da Silva
243. Gonçallo Pereira Moreira – Aforou 30 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 14/08/1851.
244. Gonçallo Viana de Carvalho – Aforou 30 palmos de terreno em 30/01/1857; aforou 36 palmos de chão na Rua Nova abaixo da Cadeia em 17/04/58.
245. Gonçalo Bento da Silva – Aforou 32 palmos de terreno na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova em 13/09/1875.
246. Gonçalo Garcia – Preso por sua participação na Confederação do Equador – 1825.
247. Gonçalo Gomes da Silveira – Gonçalo Gomes da Silveira (Gonçalo Ges. da Silvª.) – Capitão. Comandante da Segunda Companhia, presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; Ainda Tenente possuía um sitio vizinho a João Jozé Lino Pegado em 1831; – Captm. (Capitão) em 1835; aforou 32 palmos de terreno em 13/07/1835.
248. Gouveia – Alferes. Possuía casa em 1850.
249. Gregório José de Abreo – Aforou 33 palmos de terreno na Rua do Rio em 14/01/1858; aforou 57 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 26/01/1860.
250. Hermenegildo Furtado de Mendonça e Menezes – Tenente Coronel. Deputado Provincial de 1840-1841.
251. Hilena Filisbella da Conceição – Aforou 25 braças de terras para o lado do Putiú em 21/10/1857.
252. Honório José de Brito – Aforou 40 palmos de terreno na Rua do Assogue em 16/02/1861; aforou um quarto na feira em 14/07/1862.
253. Ignácio Firmino Baptista – Aforou 10 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba acostado ao chão de sua casa em 02/06/1871.
254. Ignácio Lopes Barbosa – Possuía uma casa em 1835.
255. Ignácio Lopes Soares - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
256. Ignácio Moreira Barros – Morador, foreiro em 14/04/1764; presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
257. Ignácio Pereira Lima - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
258. Ignácio Soares (Jaguaribe) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
259. Inácio Ferreira dos Santos – Foreiro em 1764.
260. Isabel Gomes da Silveira – Filha de Luis Gomes da Silveira.
261. Izidio Rodrigues da Costa – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Commercio em 29/11/1850.
262. Jacinto Mendes Machado – Tenente da Terceira Companhia. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
263. Jacó Correia – Possuía um imóvel na Rua do Rozário em 185.
264. Jacó de Sá Ribeiro (Jacó de Sá) – Aforou 19 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861.
265. Jacó Miguel
266. Jaquim Martins
267. Jerônimo
268. Jerônimo José de Freitas Guimarães – Possuía terras aforadas em 1931.
269. Jerônimo Justiniano da Costa – Aforou 40 palmos de terreno na Rua atrás da Rua do Rio em 20/04/1875, atrás da casa de Franklin Gomes de Andrade.
270. Jezuíno Freire da Silveira – Possuía um terreno na Rua Nova que fica por trás da Rua do Commercio em 1873.
271. Joanna Baptista
272. Joanna do Carvoeiro – Possuía um imóvel na Rua do Rio Aracauaba em 1861.
273. João Alves Costa - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
274. João Antonio da Costa
275. João Antonio de Araújo (Arueira) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
276. João Antonio Pereira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
277. João Baptista – Possuía um sobrado próximo a Matriz em 1871.
278. João Baptista dos Reis – Aforou 50 palmos de terreno na Rua do Rio em 15/04/1858.
279. João Baptista Frasão – Possuía imóvel na Rua Atrás da Matriz; possuía imóvel na Rua do Genipapeiro em 1860.
280. João Barbosa da Silva – Aforou 32 palmos de terreno na Rua do Assogue em 30/01/1860.
281. João Batista Jacu – Aforou 30 palmos de terreno na Lagoa do Tenório onde tem uma Choupana em 15/02/1861.
282. João Bernardo da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
283. João Bizerra de Albuquerque – Juiz de Paz. Possuía um Sitio vizinho a João Jozé Lino Pegado em 1831; (João Bezerra de Albuquerque 1841) – 1841(Falecido).
284. João Carlos Chavier – Aforou 60 palmos de terreno na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova em 22/02/1875.
285. João Carlos da Silveira - Secretário interino da Câmara Municipal.
286. João Carlos de Oliveira Sacouto (João Carlos de Oliveira) (João Carlos de Oliveira Sacôto) – Tenente. presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; Presidente da Câmara; – aforou 60 braças de terras nas margens do Rio Aracoaba em 1847; (João Carlos Sacôto); possuía imóvel na Rua do Pau D’arco s/n nos anos de 1882 e 1883; – Possuía imóvel na Rua do Commercio s/n em 1875.
287. João Coelho da Silveira – Arrematou o contrato da obra da nova Cadeia em 15/12/1834.
288. João Correia Lima – Possuía imóveis na Rua do Rozário nº 17, na Rua do Genipapeiro nº 19, na Rua do Commercio nº 17, 12, 14, na Rua 7 de Setembro nº 79, 25, 16, 13, 15, 83, na Praça Santa Luzia nº 2, 4 nos anos de 1882 e 1883(Falecido); aforou 1 quarto na feira em 17/01/1865; aforou 50 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 31/01/1857.
289. João da Rocha – Foreiro em 1764.
290. João da Rocha (João da Rocha Moreira) – Vereador. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; tenente - possuía imóvel na Rua do Cajueiro s/n nos anos de 1882 e 1883; Deputado Provincial de 1835 a 1837.
291. João da Rocha Araújo – Vereador. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
292. João Damasceno Salgueiro - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
293. João de Castro (Castro) – Possuía uma casa em 1848.
294. João de Sá – Possuía imóvel na Rua do Genipapeiro em 1861.
295. João de Sá Ribeiro - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
296. João de Souza Moreira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
297. João do Rêgo Falcão Junior – Possuía imóveis na Praça da Matriz nº 60, 44, na Rua do Commercio nº 55, 57, na Rua 7 de Setembro 74, 87, 89, e na Rua da Laranjeira s/n nos anos de 1882 e 1883.
298. João Evangelista Castello Branco – Possuía imóveis na Rua do Commercio nº 82, na Rua 7 de Setembro nº 35 no ano de 1882; possuía imóvel na Rua 7 de Setembro nº 35 no ano de 1883.
299. João Felis de Menezes (João F. de Menezes) (João Felix de Menezes) – Fiador de Manoel Rodrigues da Rocha Ferreira nem 03/06/1831; possuía um imóvel em 1835; possuía uma casa na Rua Nova em 1848, (falecido).
300. João Felis de Souza Barros – Possuía imóvel na Rua do Pau D’arco em 1872.
301. João Felix de Freitas – Escrivão da Câmara. Vereador. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
302. João Ferreira da Silva
303. João Ferreira Jardim (João Jardim) – Possuía imóvel Rua do Cajueiro s/n nos anos de 1882 e 1883; aforou 40 palmos de terreno na Rua do Hospital em 23/10/1873.
304. João Ferreira Lima Nascido em Portugal. Casou-se em Baturité em cerca de 1770, entrelaçou-se com a Família Pereira.
305. João Francisco da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
306. João Francisco da Veiga
307. João Francisco de Salles (João Francisco de Salles Cambirimba)
308. João Francisco do Monte – Aforou 40 palmos de terreno na Rua do Rio em 15/02/1861; aforou 40 palmos de terreno na Rua nova do Rio em 16/04/1862.
309. João Francisco Pereira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; possuía um imóvel em 1875.
310. João Freire da Silva (Cidrão) – Capitão da Primeira Companhia. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
311. João Gomes Brazil – Secretário da Câmara Municipal em 24/05/1831, 25/05/1831, 03/06/1831, 14/06/1831, 01/09/1832.
312. João Gomes da Silveira – Filho de Luiz Gomes da Silveira. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
313. João José de Souza Guerra - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
314. João Jozé da Silva – Aforou 34 palmos de terreno na Rua Nova do Assogue em 22/01/1856; aforou 36 palmos de terreno atrás da casa de Manoel Gomes da Silveira em 14/11/1848; Deputado Provincial de 1835 a 1837.
315. João Jozé Lino Pegado – Aforou 103 braças de terras nas margens do Rio Aracauaba, vizinho de Gonçalo Gomes da Silveira e do Juiz de Paz João Bizerra de Albuquerque, foi seu fiador Antonio Ricardo Bravo Suçuarana em 2/051831.
316. João Lopes da Costa - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
317. João Lourenço Viriato de Vasconcellos – Secretario da Câmara Municipal. Vice-Presidente da Câmara.
318. João Luiz da Silveira – Aforou 32 palmos de terreno na Rua da Cadeia Nova em 24/08/1874.
319. João Luiz de Souza - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
320. João Luiz Dias – Aforou 32 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 24/08/1874.
321. João Luiz Monteiro
322. João Luiz Pereira
323. João Manoel Dias – Aforou 40 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 16/02/1861; aforou 30 palmos de terreno em 29/11/1850.
324. João Miguel de Lima
325. João Moreira Lima - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
326. João Nogueira Damasceno - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
327. João Oliveira – Procurador em 14/04/1764.
328. João Pacheco do Rego – Aforou 30 palmos de terreno vizinho a Manoel Dutra em 27/01/1860.
329. João Pacheco Ferreira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
330. João Paulo da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
331. João Pechouto da Silva (J°. Peixoto da Silva) – Aforou 270 braças de terras no Mary em 1847.
332. João Pereira Castello Branco – Possuía uma casa na Rua do Assogue; possuía imóvel na Rua 7 de Setembro nº 26 nos anos de 1882 e 1883; aforou 60 palmos de terreno em 24/04/1857.
333. João Pereira de Sampaio – Aforou 32 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 15/02/1861.
334. João Pinheiro de Castro – Possuía imóvel na Rua do Pau D’arco em 1873.
335. João Rodrigues (Roiz) de Freitas – Capitão. Diretor da Villa em 14/04/1764. Aparece como ex-tesoureiro em 1776.
336. João Rodrigues Martins – Capitão. Possuía um terreno na Rua da Laranjeira em 1875.
337. João Sabiá – Possuía imóvel na Rua do Pau D’arco em 1872.
338. João Severiano da Silveira – Aforou 34 palmos de terreno na Rua da Cadeia Nova em 18/07/1873.
339. João Soares Marques - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
340. João Teles de Souza Barros – Aforou 94 palmos de terreno na Rua da Laranjeira em 06/12/1872; aforou 97 palmos de terreno na Rua do Hospital em 23/01/1873; aforou 21 palmos de terreno na Rua da Laranjeira em 24/09/1874.
341. João Theburcio Castello Branco – Possuía uma casa na Rua do Commercio até 1875, quando transferiu para Manoel Carlos Maciel.
342. Joaquim Alves Sobreira
343. Joaquim Antonio da Rocha Lima
344. Joaquim Antonio da Silva – Aforou 20 braças de terra nos fundos do seu sitio no Rio Aracoaba em 21/10/1857.
345. Joaquim Azevedo Jacaúna – Aforou 32 palmos de terreno na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova em 29/05/1875.
346. Joaquim Bento Pacheco – Aforou 40 palmos de terreno em 15/01/1859; da feira para baixo, lado esquerdo, em frente a casa de José Raimundo.
347. Joaquim Bezerra de Albuquerque – Arrematou a construção da casa do Açougue em 03/01/1835.
348. Joaquim Carlos da Silva – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Pau D’arco em 24/09/1874.
349. Joaquim de Freitas Cavalcante – Possuía imóvel na Rua do Pau D’arco em 1873.
350. Joaquim dos Santos Silva
351. Joaquim Ferreira da Silva – Aforou 40 palmos de terreno na Rua Nova em 09/01/1849, o mesmo que era de José Joaquim da Costa Tinoco.
352. Joaquim Gomes da Silveira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
353. Joaquim Gomes do Carmo – Alferes do Batalhão dos Pardos. Preso por participação na Confederação do Equador.
354. Joaquim José de Moura (Joaquim José) (Joaquim José de Tal)
355. Joaquim José Souza Ferreira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
356. Joaquim Pereira Cavalcante – Aforou 26 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 18/04/1850.
357. Joaquim Rodrigues Pinto – Boticário. Português. Aforou 50 palmos de terreno onde tem uma casa de taipa, em 16/02/1861; Classificou as febres de 1852, 1858 e 1861 de febre amarela.
358. Joaquim Rodrigues Souto - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
359. Jorge da Costa Braga (Jorge) (Gorje da Costa Braga) – 1847. Aforou 32 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 12/07/1851.
360. José Alexandre Castello Branco (José A Castello Branco) - Secretário da Câmara Municipal em 1847; aforou 60 palmos de terreno na Rua Nova em 14/11/1848.
361. José Alexandre da Silva Diniz – Aforou 32 palmos de terreno na Rua do Pau D’arco em 1873.
362. José Alves de Carvalho Franco – Aforou 40 palmos de terreno onde possui uma casa de taipa, na Rua Nova do Rio, em 1861.
363. José Alves de Moraes - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
364. José Alves dos Reis - Possuía 3 imóveis na Rua do Cajueiro s/n em 1883.
365. José Alves Pegado (José Pegado) – Aforou 34 palmos de terreno na Rua do Rio em 13/01/1859; aforou 40 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 18/02/1861; possuía um imóvel em 12/04/1862.
366. José Antonio da Pehreira Preá
367. José Antonio da Silva Castro (Pao Brasil) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
368. José Antonio de Menezes
369. José Antonio de Souza - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
370. José Antonio do Monte - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
371. José Antonio dos Reiz – Aforou 24 palmos de terreno na Rua do Pau D’aro em 24/09/1874.
372. José Antonio Gomes - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
373. José Antonio Macaúba – Possuía casa ma Rua da Laranjeira em 1857.
374. José Antonio Pinheiro (Castelo Branco) – Aforou 40 palmos de terreno na Rua Nova do Curral em 26/10/1860; Pai de Antonio Pinheiro Castelo Branco.
375. José Barros de Freitas - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
376. José Bernardo da Costa
377. José Bernardo de Almeida – Aforou 34 palmos de terreno na Rua do Rio (Rua do Rio Aracauaba), descendo o Beco que vai para o Rio Aracoaba em 02/11/1859.
378. José Bizerra de Albuquerque
379. José Bonifácio (Jozé Bunifácio de Souza)
380. José Caetano do Nascimento – Aforou 29 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861; aforou 30 palmos de terreno na Rua do Hospital em 18/07/1873.
381. José Cagafogo
382. José Carlos de Medeiros – Padre.
383. José Carmello de Lellis
384. José Costa da Veiga - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
385. Jose do Rego Monteiro - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
386. José dos Santos Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
387. José dos Santos Silva Júnior – Sargento das Ordenanças. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
388. José Duarte Cardoso - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
389. José Felício da Costa – Aforou 20 palmos de terreno em 04/07/1850.
390. José Fernandes
391. José Ferreira Calácio – Aforou 30 palmos de terreno onde possui uma casa, na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861.
392. José Ferreira Nunes – Aforou 32 palmos de terreno onde possui uma casa de taipa, na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861; aforou 32 palmos de terreno na Rua do Labirinto em 27/04/1857.
393. José Fidelis Nascimento (José Fidelis Nasto.)
394. José Francisco (Liberal) Capibaribe – Vigário. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
395. José Francisco (Liberal) Pajaú - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
396. José Francisco da Silva – Capitão. Já falecido em 1861; possuía uma casa na Rua do Genipapeiro.
397. José Francisco da Veiga – Possuía um imóvel no Beco do Candeia em 15/02/1861.
398. José Francisco de Souza Lima - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
399. José Francisco do Rego – Capitão. Possuía um imóvel em 1834.
400. José Francisco dos Santos – Putiú 1882; Vigário em 06/11/1824.
401. José Francisco Pereira – Aforou 35 palmos na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova em 25/05/1875.
402. José Freire do Nascimento
403. José Gabriel da Costa
404. José Ignácio
405. José Jacintho Bizerra – Reverendo. Aforou 89 palmos de terreno na Rua da Cadeia Nova em 20/05/1872, vizinho ao Sitio do Requerente.
406. José Jardim Amora – Possuía uma casa em 1851.
407. José Joaquim Bernardes – Aforou 30 palmos de terreno em 18/05/1848.
408. José Joaquim Sousa
409. José Mariano da Costa – Aforou 92 palmos de terreno na Rua do Rio em 24/04/1875.
410. José Marques de Souza - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
411. José Martins da Costa – Aforou 35 palmos de terreno na Rua Nova do Rio em 15/02/1861.
412. José Moreira da Silva Cumarú - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
413. José Neris Pororoca – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 28/01/1860.
414. José Paulo
415. José Pedro Vermelinho (Pedro Vermelinho) – Aforou 20 palmos de terreno em 12/07/1851.
416. José Pereira das Santos – Aforou 40 palmos de terreno na Rua do lado direito de quem vai para o Curral do assogue em 19/02/1875, no alinhamento do Beco do Silvério Gomes da Silveira.
417. José Pereira de Castro – Aforou 32 palmos de terreno em 16/11/1848, que transferiu para Antonio Albuquerque em 28/05/1850.
418. José Pereira Nunes – Possuía imóvel na Rua do Genipapeiro em 1860.
419. José Perfeito do Nascimento – Aforou 66 palmos de terreno na Rua Nova ao lado do Assogue em 15/03/1859; aforou 66 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 16/02/1861; aforou 70 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 10/11/1859.
420. José Pinheiro de Souza – Alferes de Batalhão. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
421. José Raimundo Araújo do Vale - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
422. José Raimundo da Silveira Neto – Aforou 44 palmos de terreno na Rua Nova em 13/03/1860.
423. José Raimundo de Oliveira (José Raimundo)(Jozé Raimundo) - Aforou 32 palmos de terreno em 30/01/1857; aforou 34 palmos de terreno na Rua da Cadeia Nova em 12/10/1857.
424. José Rodrigues Pereira – Aforou 100 palmos de terreno na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova em 28/04/1874.
425. José Rodrigues Videira – Possuía uma casa em 1875.
426. José Rufino Bravo Suçuarana – Aforou 40 palmos de terreno na Rua da Laranjeira em 22/04/1857.
427. José Rufino Pereira Lima – Aforou 128 palmos de terreno na Rua do Commercio em 18/07/1873.
428. José Severiano de Vasconcellos – Capitão dos Ordenanças. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
429. José Thomas de Castro – Aforou 36 palmos de terreno em 14/10/1835.
430. José Thomaz Nogueira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
431. José Victoriano Vergueiro (Jozé Victoriano) – Aforou 30 palmos de terreno em 13/07/1835; foi comandante de Batalhão, foi preso por participação na Confederação do Equador em 1825.
432. Josefa da Cunha da Conceição (Josefa da Cunha)(Jozefa da Cunha) – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Rio (Rua do Rio Aracauaba) em 08/02/1848; possuía o imóvel em 1871.
433. Josefa Maria da Silva – Possuía um imóvel que vendeu a Antonio Barbosa Maciel em 12/10/1834.
434. Josepha Maria da Conceição – Possuía imóvel no Putiú em 1882.
435. Jozé Amâncio do Nascimento
436. Jozé Antonio de Negreiros – Aforou 29 palmos de terreno na Rua do Commercio em 15/02/1861.
437. Jozé Correia Lima – Aforou 40 palmos de terreno na Rua do Hospital em 30/01/1873; aforou 30 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 28/11/1855.
438. Jozé da Masceno da Silva
439. Jozé dos Santos Silva (José dos Santos Silva) – Morador, Foreiro em 14/04/1764;– possuía um Sitio em 1831; aforou 30 palmos de terreno em 14/08/1851; Nasceu em Portugal na Freguesia de São Pedro Ratos, Porto. Casou-se em Aquiraz e fixou-se em Baturité. Entrelaçou-se com a família Moreira Barros.
440. Jozé Felix Calaçio – Aforou 30 palmos de chão na Rua do Genipapeiro.
441. Jozé Francisco Cardoso
442. Jozé Freire da Silva (Jozé Freire) – Capitão. (Morava onde hoje, 2007, é a Av. Francisco Mesquita Pinheiro).
443. Jozé Joaquim da Costa Tinoco – Aforou 40 palmos de terreno na Rua Nova em 09/01/1849.
444. Jozé Martins de Araújo
445. Jozé Monteiro de Cristo – Aforou 66 palmos de terreno na Rua Nova em 19/04/1858.
446. Jozé Moreira Duarte
447. Jozé Pacífico da Costa Caracas - Secretario da Câmara Municipal em 1841; Capitão em 1873; aforou 30 palmos de terreno na Rua do Commercio em 08/02/1848; afofou 40 palmos d terreno na Rua do Commercio em 12/08/1858.
448. Jozé Suares Leitão (José) – Possuía um Sitio em 1831.
449. Júlia (D. Júlia Mendes) – Possuía imóvel na Rua do Commercio nº 22, Rua 7 de Setembro nº 23,14, nos anos de 1882 e 1883 Falecida); Possuía Imóvel na Rua do Commercio em 1873.
450. Justino Antonio de Menezes
451. Juvenal Pereira – Possuía terras na Serra (Caridade) em 1836.
452. Juvencio Pera Lopez – Assinou arrogo de Sabino Freire da Cruz em 12/01/1858.
453. Leonardo Pereira de Souza
454. Leonel Aureliano Queiroz – Contrato para abertura de uma estrada para Quixadá em 24/03/1882.
455. Leopoldino Antonio de Queiros – Aforou 40 palmos de terreno na Rua da Laranjeira em 04/04/1857.
456. Lourenço Alves da Costa – Aforou 47 palmos de terreno, onde possuía 2 cazinhas de taipa, na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861.
457. Lucia da Costa Lima – Aforou 35 palmos de terreno em 30/01/1857.
458. Lúcia da Costa Pessoa
459. Luis Antonio da Silveira – Possuía uma casa na Rua Nova em 1861.
460. Luis Antonio de Brito – Aforou 25 palmos de terreno, onde possuía uma choupana, na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861.
461. Luis Antonio de Franco
462. Luis Antonio de Freitas
463. Luis Antonio de Freitas (Franca?) – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba onde o mesmo tem uma casa de taipa em 15/05/1861.
464. Luis Antonio Moreira – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861.
465. Luis Antonio Pereira – Aforou 20 palmos de terreno na Rua do Putiú em 11/01/1849.
466. Luis Antonio Pinheiro – Possuía uma casa na Rua do Putiú em 1849.
467. Luis Carlos da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
468. Luis da Silva Frazão – Possuía uma casa na Rua atrás da Matriz em 1857.
469. Luis de Brito Garapa
470. Luis do Carvoeiro – Possuía uma casinha na Rua do Genipapeiro, em 1861.
471. Luis Eleotério
472. Luis Francisco da Costa
473. Luis Francisco de Oliveira Brito – Secretario da Câmara Municipal em 04/08/1855, 17/11/1855, 28/11/1885, 22/01/1856.
474. Luis Gomes da Silveira – Filho de Luis Gomes da Silveira.
475. Luis Gomes da Silveira – Tenente. Nascido em Mamanguape (antigo Monte Mor), Paraíba, em 1730, faleceu em Monte Mor, (Baturité) em 1780, filho do Capitão João Gomes da Silveira e de Isabel Barbalho de Vasconcelos. Casou-se na Freguesia de Icó, em 1755, com D. Maria Vidal de Mendonça, nascida em 1735, em Jaguaribe, e falecida na localidade de Candéia, Monte Mor (Baturité), Ceará, em 1766, filha de Francisco Barbosa de Mendonça e de Maria José Soveral, com a qual teve sete filhos, dentre estes Isabel Gomes da Silveira. Viúvo, anos após, contraiu novas núpcias com D. Rosa Maria de Vasconcelos (Ana Bonifácia de Vasconcelos), filha do Capitão Manoel de Souza Abreu e de Ana Maria de Vasconcelos, pertencentes a conceituadas famílias pernambucanas. Com a qual teve mais sete filhos, dentre estes: o Capitão Antonio Gomes da Silveira; Brásia Maria de Nazaré e Luis Gomes da Silveira.
476. Luis Gonçalves da Justa – Aforou 30 palmos de terreno em 13/02/1861.
477. Luis José da Costa - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
478. Luis José de Aguiar – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Rio em 10/01/1859.
479. Luis José de Moraes - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
480. Luis José de Vasconcelos (Luiz Jozé de Vasconcellos Alves) – Possuía imóvel na Praça da Matriz nº 62 nos anos de 1882 e 1883; possuía uma casa na Rua da Laranjeira em 1874.
481. Luis Manoel Rabelo – Possuía terras aforadas nas Margens do Rio Putiú em 1836.
482. Luis P. da Cunha – Possuía uma casa na Rua da Laranjeira em 1874.
483. Luis Raymundo de Mello – Assinou arrogo de José Alves Pegado em 13/01/1859.
484. Luis Ribeiro da Cunha – Possuía casa na Rua do Genipapeiro em 1875.
485. Luis Rodrigues Loureiro (Luis Rois. Loureiro) – 1847.
486. Luis Rodrigues Samico
487. Luiz Antonio Correia Pinto – Capitão. Possuía um Sitio em 1831.
488. Luiza Maria de Jezus (Luiza Mª. de Jezus) – Possuía terras aforadas em 1931. Aforou 56 braças de terras nas margens do Rio Aracoaba em 1841.
489. Luiza Mimbelina de Albuquerque
490. Manoel Alexandre Bezerra (Manoel Alre Bezerra) (Mel. Alre. Bezerra) Manoel (Bizerra)
491. Manoel Alexandre da Silva - Aforou 30 palmos de terreno, onde possuía uma casa, na Rua do Genipapeiro em 21/04/1857; aforou 30 palmos de terreno na Rua Nova em 11/04/1850.
492. Manoel Alves Bizerra (Mel. Alves Bizerra) (Manoel de Alvis Bizerra) (Manoel Alves Bizerra) Cordeador do Município em 1847.
493. Manoel Alves de Breu - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
494. Manoel Alves Ribeiro Pereira – Aforou 30 palmos de terreno, onde possui uma choupana, na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861.
495. Manoel Antonio – Possuía um imóvel na Rua Nova do Rio em 1861.
496. Manoel Antonio da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
497. Manoel Antonio da Silveira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
498. Manoel Antonio de Oliveira – Possuía imóvel em 1862 na Rua do Rio; possuía uma casa na Rua Nova em 1849.
499. Manoel Antonio de Vasconcellos Sapro
500. Manoel Antonio Moreira – Possuía uma casa na Rua do Genipapeiro em 1875, (falecido).
501. Manoel Bezerra Leite (Manoel Bizerra Leite) – Aforou 250 braças de terras na Ladeira Nova do Caridade em 1847.
502. Manoel Carlos Maciel – Aforou 31 palmos de terreno na Rua do Commercio em 03/07/1875.
503. Manoel Carneiro – Possuía uma casa na Rua do Genipapeiro em 1860.
504. Manoel Coelho Bastos (Sargipis) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
505. Manoel da Costa Braga - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
506. Manoel da Costa Vasconcellos
507. Manoel da Cunha Pereira – Aforou 100 braças de terras nas margens do Rio Putiú em 06/12/1836.
508. Manoel de Araujo – Possuía imóvel na Rua do Assogue em 1861.
509. Manoel de Castro Ferreira – Aforou 34 palmos de terreno na Rua da Laranjeira em 27/04/1857.
510. Manoel de Castro Torres Souza (Manoel de Castro Torres) – Nasceu em Fermilo, Porto, Portugal. Casou-se em 2º núpcias em Aquiráz em 1784, fixou-se em Baturité. Entrelaçou-se 1º com a família Albuquerque e 2º com a família Coutinho.
511. Manoel de Christo
512. Manoel de Christo Junior
513. Manoel do Nascimento Abreo – Aforou 4 quartos na feira em 14/02/1862.
514. Manoel do Rosário da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
515. Manoel dos Reis – Aforou 60 braças de terreno nas margens do Rio Putiú em 1840.
516. Manoel Dutra de Sousa (Manuel) – Possuía imóveis na Praça da Matriz nº 2, 32, na Rua do Commercio nº 5, 6, 8, 10, 18, na Rua 7 de Setembro nº 11, 29, 8, 10, 60, 62, na Rua da Laranjeira s/n (4), e na Rua da Cadeia s/n nos anos de 1882 e 1883; possuía uma frente de tijolos na Rua do Rio em 1875; Capitão em 1875; aforou 355 palmos na Rua da Laranjeira em 21/07/1857; aforou 300 palmos de terreno na Rua do Assude em 20/11/1875, vizinho a casa do mesmo, fazendo quina com o sobrado do mesmo em 20/11/1875.
517. Manoel Esteves de Vasconcellos (Mel. Esteves de Vasconcellos) – 1847.
518. Manoel Felipe Castel Branco (Manoel Felippe Pereira Castello Branco) – Tenente Coronel. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; Capitão – aforou 185 braças na Villa em 1837; aforou 60 palmos de terreno na Rua Nova em 10/01/1849.
519. Manoel Felipe Pereira Castello Branco – Coronel. Vereador. Casado com Isabel Gomes da Silveira.
520. Manoel Ferreira
521. Manoel Ferreira da Silva – Possuía casas em 1849.
522. Manoel Ferreira Ferro – Aforou 25 palmos de terreno na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova.
523. Manoel Figueira – 2º Vereador em 14/04/1764.
524. Manoel Filicio Ribeiro – Possuía imóvel na Rua da Laranjeira em 1857.
525. Manoel Francisco - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
526. Manoel Francisco da Veiga – Possuía um imóvel na Rua do Rio em 1861.
527. Manoel Francisco Rodrigues – Possuía imóvel que foi transferido para Francisco Manoel Barbosa na Rua Nova do Commercio em 28/11/1850.
528. Manoel Francisco Teixeira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
529. Manoel Freire de Brito – Aforou 30 palmos de terreno em 11/10/1834.
530. Manoel Gomes da Silveira (Manuel) – Possuía uma casa em 1848; possuía um imóvel na Rua da Laranjeira em 1857.
531. Manoel Gonçalves de F. – Possuía um imóvel em 1875.
532. Manoel Ignácio (Liberal Areré) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
533. Manoel João – Possuía um imóvel na Rua da Lagoa em 1861.
534. Manoel João de Sousa – Aforou 30 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 10/01/1850.
535. Manoel Joaquim da S. Anna
536. Manoel Joaquim da Silva Murta (Manoel Joaquim Murta) – Foi fiador de Antonio Ricardo (da Silveira) Bravo Suçuarana em 25/05/1831.
537. Manoel Joaquim da Silva Saraiva – Aforou 34 palmos de terreno em 21/04/1857.
538. Manoel Joaquim de Araújo – Aforou 140 braças de terras nas margens do Rio Putiú em 16/01/1838.
539. Manoel Joaquim de Carvalho
540. Manoel Joaquim do Nascimento
541. Manoel José da Rocha – Vereador. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
542. Manoel José da Silva - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
543. Manoel José de Sousa – Aforou 50 palmos de terreno em 21/01/1857.
544. Manoel José do Nascimento – Possuía imóveis na Rua do Rozário nº 33, na Rua General Sampaio nº 15 nos anos de 1882 e 1883 – (Falecido).
545. Manoel Jozé Ferreira – Assinou arrogo de Maria Duarte da Silva em 15/01/1858 e assinou a rogo de Manoella Maria da Conceição.
546. Manoel Limão Borges - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
547. Manoel Luiz Pereira (Canguçu) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
548. Manoel Moreira Barros (Jacamim) – Capitão. Comandante. Diretor. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
549. Manoel Moreira Lima - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

550. Manoel Nogueira do Nascimento - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

551. Manoel Nogueira do Valle - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador

552. Manoel Patrício da Silva – Sargento Mor. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

553. Manoel Pedro de Abreo – Possuía uma casa na Rua do Genipapeiro em 1860.

554. Manoel Pegado

555. Manoel Pereira da Costa – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Commercio em 29/11/1850; aforou 26 palmos de terreno em 28/11/1850.

556. Manoel Pereira da Silva – Aforou 32 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 18/02/1861; aforou 30 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 12/02/1861.

557. Manoel Pereira da Silva Conceição - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

558. Manoel Pereira de Magalhães - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

559. Manoel Pereira Suaris – Aforou 40 palmos de terreno na Rua do Assogue em 09/01/1849.

560. Manoel Ramalho de Castro - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

561. Manoel Ribeiro Araújo - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

562. Manoel Rodrigues Carneiro – Aforou 44 palmos de terreno na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova em 28/04/1875;

563. Manoel Rodrigues da Rocha Ferreira (Manoel Rodrigues Ferreira da Rocha – errado) (Manoel Roiz. da Rocha Ferreira) (Manoel Rodrigues da Rocha) (Manoel Rodrigues da Roxa) - presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador;– aforou 200 braças de terras na Gitirana em 03/06/1831; foi fiador de Francisco da Cunha Pereira em 14/06/1831.

564. Manoel Rodrigues Martins – Possuía uma casa na Rua por trás da Rua do Rio em 1875.

565. Manoel Rodrigues Nogueira

566. Manoel Vicente Borges

567. Manoel Vicente Ferreira – Possuía um Sitio em 1835.

568. Manoela Maria da Conceição – Aforou 20 palmos de terreno na Rua do Rio Putiú em 15/01/1858.

569. Manoella Maria da Conceição

570. Marçal Gomes da Silveira – Aforou 60 palmos de terreno na Rua Nova em 26/01/1860; aforou 30 palmos de terreno que recebeu de Maria José de Brito em 14/02/1861; aforou 50 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 12/08/1851.

571. Marciano Rodrigues Martins

572. Marcos Antonio Rodrigues – Aforou 100 braças começando no Poço Gonçalo em 1840; possuía um imóvel em 12/12/1834; possuía uma casa em 1835.

573. Margarida Maria de Jezus digo da Conceição – Possuía uma casa em 1851.

574. Maria Balaio – Possuía uma casa na Rua Nova do Rio em 1862.

575. Maria Benedita – Possuía uma casa na Rua do Rio Aracauaba em 1871.

576. Maria de Freitas Cavalcante – Possuía uma casa na Rua do Commercio em 1872.

577. Maria de Jezus

578. Maria de Oliveira – Índia, primeira Professora.

579. Maria de Tal – Possuía uma casa na Rua do Genipapeiro em 1861.

580. Maria Duarte da Silva – Aforou 30 palmos na Rua da travessa datrás da Matriz em 15/01/1858; aforou 35 palmos na Rua atrás da Matriz onde tem uma Choupana coberta de telhas em 15/02/1861.

581. Maria Francisca de Nazareth – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Rio em 10/01/1849.

582. Maria Francisco de Jezus – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Pau D’arco em 06/08/1872.

583. Maria Joaquina da Conceição – Aforou 14 palmos de terrenos na Rua do Rio Aracauaba, junto ao chão onde a mesma tem uma casa de taipa em 03/01/1876.

584. Maria José de Brito – Possuía um imóvel que passou para Marçal Gomes da Silveira em 14/02/1861.

585. Maria José do Amaral – Possuía um imóvel na Rua do Genipapeiro em 1861.

586. Maria Jozé de Jezus (Maria José) – Aforou 150 braças terras nas margens do Rio Aracauaba em 30/06/1831.

587. Maria Manoella da Cunha

588. Maria Tirana (Maria Jirana – Possuía um imóvel na Rua do Commercio s/n nos anos de 1882 e 1883); possuía uma casa em 13/02/1861.

589. Mariana – Dona, (Marianna Pereira de Souza, Possuía um imóvel na Rua da Palma s/n nos anos de 1882 e 1883); possuía uma casa na Rua Nova em 1848.

590. Mariano Rodrigues Martins – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 23/01/1860.

591. Martinho Ferreira da Silva – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Assogue em 14/01/1859; Assinou a rogo de Luiz José de Aguiar em 10/01/1859.

592. Mathias Francisco da Silva (Mathias da Raposa) (Mathias) – 1847.

593. Mathias Francisco de Limeira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

594. Matias Ferreira dos Santos – Foreiro em 1764.

595. Miguel Antonio da Rocha Lima (Antonio da Roxa Lima) (Rocha Lima) – A 03/03/1823, participou da eleição, na Fortaleza, de um segundo governo(da Província), chamado provisório. São eleitos padre Francisco Pinheiro Landim – Presidente, Tristão, Joaquim Felício, padre Vicente José Pereira e Miguel Antonio da Rocha Lima, este último como secretário. (Ceará – homens e fatos, João Brígido, pagina 477); Em 1831, era conselheiro do Governo da Província, tendo a 08/10/1831 substituido o vice-presidente José de Castro. A 25/10/1831 mandou instaurar uma devassa contra os absolutistas do Jardim (Cariri) sob o comando de Pinto Madeira; aforou 28 palmos de chão em 27/07/1835 em Baturité; Deputado Provincial de 1840 e 1841.

596. Miguel Antonio da Rocha Lima Junior (Miguel Antonio da R. La.) (Miguel Antonio) (Miguel Antonio Junior), Secretario interino da Câmara Municipal; aforou 60 palmos de terreno na Rua do Coqueiro em 13/02/1861; aforou 60 palmos de terreno na Rua do Rozário em 02/11/1859 em frente do pelourinho.

597. Miguel Antonio da Silveira Araújo – Aforou 60 palmos de terreno na Rua Nova atrás da Rua do Coqueiro, fazendo quina na Rua que segue para a Lagoa, na frente dos fundos do Chão de Miguel Antonio Junior, em 15/02/1861.

598. Miguel Antonio de Araújo – Possuía um terreno na Rua da Lagoa em 1861.

599. Miguel Antonio Silveira – Aforou 32 palmos de terreno na Rua Nova em 15/02/1861.

600. Miguel Barbosa – Possuía uma cabana em 1857.

601. Miguel Barroso do Nascimento – Aforou 32 palmos de terreno na Rua da Cadeia Nova em 02/10/1861, no pátio da feira.

602. Miguel da Costa Brito – Possuía uma casa na Rua da Laranjeira em 1875.

603. Miguel da Silva Brandão (Miguel Brandão)

604. Miguel da Silva Cardoso – Capitão-Mór – Índio. Cacique que veio de Quixadá.

605. Miguel Francisco Brandão – Aforou 35 palmos de terreno em 21/04/1857.

606. Miguel Francisco da Costa Brito – Possuía um imóvel na Rua da Laranjeira em 1861.

607. Miguel Francisco de Barros – Capitão. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

608. Miguel Jozé de Queroz (Miguel Jozé) – Capitão. Possuía em Sitio em 1831.

609. Miranda – Doutor.

610. Modesto Ferreira Lima (Modesto de Tal) – Aforou 32 palmos de terreno na Rua do Pau D’arco em 06/08/1872.

611. Modesto Marques da Silva – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 12/01/1858.

612. Mozar Joaquim – Possuía uma casa transferida de Gonçalo Ferreira Jardim em 1831.

613. Nicolau Clemente Pereira Lopes – Aforou 35 palmos de terreno na Lagoa do Tenório em 15/02/1861.

614. Nicolau Pereira dos Santos - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

615. Noberto Barbosa Lima – Contrato para construção de um barracão no quadro do Mercado em 20/12/1880.

616. Noberto Madeira Barros (Noberto Madª. Barros) – Reverendo. Aforou 100 braças de terras nas margens Rio Aracauaba em 24/05/1831.

617. Osnir André Pequeno

618. Paulino de Albuquerque

619. Paulino José Pereira – Aforou 34 palmos de terreno na Rua do Pau D’arco em 1872; possuía um imóvel na Rua do Commercio em 1872.

620. Paulino Mendez Pereira

621. Pedro Aguiar – Aforou 32 palmos de terreno atrás da casa de João de Castro em 14/11/1848.

622. Pedro Borges – Possuía um Sitio em 1831.

623. Pedro da Rocha Araújo - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

624. Pedro da Rocha Pinheiro - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

625. Pedro de ..... de Lima

626. Pedro Ferreira Jardim

627. Pedro José da Costa - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

628. Pedro Jose da Silva (Pedro Jozé da Sª.) – Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; aforou 100 braças de terras nas margens do Rio Aracauaba em 24/05/1831; aforou 30 palmos de terreno na Rua Nova em 13/01/1851.

629. Pedro José de Castello Branco (Pedro José Pereira de Castello Branco) – Tenente Coronel. Aforou 60 palmos na Rua do Rio Aracauaba em 28/04/1860, onde tem Beco vai fazer uma feira; Arrematou o contrato da facção de um curral do açougue em 26/04/1856.

630. Pedro José Nogueira – Aforou 31 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 04/01/1876.

631. Pedro Pereira de Castello Branco (Pedro Pereira C. Branco) Tenente. Secretario. Comandante Geral da Policia. Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; Fiscal da Câmara em 1831; possuía em 1857; fiador de Maria José de Jezus em 03/06/1831; Fiscal da Câmara em 1836; Fiador de Antonio Pereira Bezerra em 13/04/1836; Fiador de Manoel da Cunha Pereira em 06/12/1836.

632. Pedro Silvestre de Aguiar

633. Plácido Bezerra de Albuquerque – Aforou 29 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 15/02/1861.

634. Porfírio do Amaral Gurgel – Possuía um terreno aforado, em 17/05/1877, que foi usado para a construção do Mercado.

635. Proença Júnior – Aforou 14 palmos de terreno na Rua Nova do Comercio em 08/08/1873.

636. Prudêncio Ferreira Lima - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

637. Pulinário Ferreira da Silva – Aforou 30 palmos de terreno na Rua do Rio em 10/01/1849.

638. Raimundo Alves Ribeiro - Assinou arrogo de José Caetano do Nascimento em 15/02/1861.

639. Raimundo Cicero Sampaio (Raymundo Cycero Sampaio) – Aforou 40 palmos de chão na Rua que fica por detrás do Rozário em 14/01/1858; Vereador em 1877, iniciou a construção do Prédio Municipal.

640. Raimundo de Mello e Silva

641. Raimundo de Oliveira (José Raimundo de Oliveira) – Possuía um terreno em 1857.

642. Raimundo de Sampaio (Intrépido Jacaúna) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

643. Raimundo Ferreira Maciel – Aforou 40 palmos de terreno na Rua do Commercio em 19/12/1872.

644. Raimundo Francisco Ribeiro – Reverendo. Vigário. Possuía 03 imóveis Rua do Rozário s/n nos anos de 1882 e 1883; aforou, com o Bacharel Domingos Carlos Gerson Sabóia, 150 palmos de terreno na estrada que segue para o Labirinto em 25/01/1871; possuía casa em 1857; aforou 165 palmos de terreno no pátio da Matriz em 29/04/1862; aforou 80 palmos de terreno na Rua do Rozário na Praça da Matriz em 25/01/1871; Deputado Provincial no período de 1850 a 1851.

645. Raimundo Gomes

646. Raimundo José dos Santos – Aforou 30 palmos de terreno na Rua Nova em 18/07/1873.

647. Raimundo Lopes da Silva P. – Possuía uma casa em 1876, (Finado).

648. Raimundo Monteiro de Oliveira – Possuía imóvel na Rua do Pau D’arco em 1874.

649. Rita Carolina de Oliveira – Aforou 190 palmos de terrenos na Rua Santa Cruz em 23/04/1875.

650. Rita de Freitas - Possuía um imóvel em 1853.

651. Roberto (Beto) de Freitas

652. Roques Rodrigues do Nascimento

653. Roza Joaquina da Conceição (Roza Joaqª. da Conceição) – Transferiu seu Sitio de 80 braças nas Margens do Rio Aracauaba ao Capitão Francisco Germano Ferreira Lustoza em 14/05/1831 (vivia).

654. Rufino Nicácio de Lima (Braúna) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

655. Rufino Pereira de Brito

656. Rumana de Tal

657. Sabina Freire da Cruz – Aforou 20 palmos de terreno na Rua Nova da Matriz em 12/01/1858.

658. Sabina Maria de Freitas – Aforou 25 palmos de terreno na Rua da Lagoa em 15/02/1861.

659. Salvador Jozé da Costa (S. D. da Costa Lima) – Possuía um imóvel na Rua do Rio Aracauaba em 1861.

660. Senhorinha de Tal – Possuía um imóvel em 1873.

661. Serafim dos Anjos Jatahy – Possuía um chão em 1874, na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova.

662. Silvério Gomes da Silveira – Possuía 2 imóveis na Rua do Commercio s/n, nos anos de 1882 e 1883; aforou 40 palmos de terreno na Rua Nova em 16/11/1848.

663. Simiao Telles de Sousa (Semião Telles de Souza) – Secretario da Câmara Municipal em 02/11/1859, 10/10/1857, 21/10/1857, 09/08/1857, 02/114/1859, 10/11/1859, 28/01/1860, 23/01/1860, 27/01/1860; possuía imóveis na Rua do Commercio nº 48 e na Rua 7 de Setembro nº 53 nos anos de 1882 e 1883.

664. Simplicio José da Silva (Maracanan) - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; Secretário da Câmara Municipal em 09/01/1836, 13/04/1836, 06/12/1836.

665. Simplicio Pegado – Aforou 20 palmos de terreno em 12/07/1851.

666. Sinezio Rodrigues Monteiro – Aforou 40 palmos de terreno na Rua da Laranjeira em 12/02/1861.

667. Sousa

668. Sypriano Ferreira Vieira – Morador em 14/04/1764.

669. Teodorio José Ferreira - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.

670. Tereza Maria de Jezus – Aforou 30 palmos de terreno na Rua Nova do Commercio em 28/11/1850; aforou 30 palmos de terreno na Rua da Laranjeira onde tem uma cazinha de taipa em 15/02/1861.

671. Tertuliano Paulo da Silva – Aforou 30 palmos de terreno na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova em 15/01/1874.

672. Theodósio de Araújo e Abreu – Padre em 14/04/1764.

673. Theodósio de Barros – 1º Vereador em 14/04/1764.

674. Theotonio Evangelista de Abreu – Possuía um terreno aforado em 17/05/1877, que foi usado para a construção do Mercado.

675. Theotonio José de Oliveira – Aforou 43 palmos de terreno nos fundos da casa que tem no Beco da Feira, em 12/01/1858.

676. Thereza da Cunha – Tinha terras aforadas em 1831.

677. Thereza de Tal – Possuía uma casa na Rua do Putiú em 1849.

678. Thimóteo de Tal – Possuía imóvel na Rua do Genipapeiro em 1861.

679. Thomaz Pinheiro de Mello – Morador em 14/04/1764.

680. Trajano Martins Silveira Araújo (Trajano Martins de Araújo – Possuía imóvel no Putiú nos anos de 1882 e 1883); aforou 35 palmos de terreno na Rua do Rio Aracauaba em 23/04/1857.

681. Valentino Jose Pereira

682. Venâncio Ferreira Lima

683. Venâncio Gomes de Mello

684. Venâncio Moreira Lopes - Assinou arrogo de Dionizio Neris da Silva em 09/01/1858.

685. Venâncio Pereira Castello Branco – Possuía um terreno na Rua Nova do Commercio, em 1861.

686. Vicência Maria do Espírito Santo – Possuía imóvel na Rua do Rio em 1858 que passou para Francisco das Chagas da Silva em 15/01/1858.

687. Vicência Rodrigues – Possuía um Sitio em 1831.

688. Vicente Ferreira - Filho da Índia Juliana; possuía terras aforadas na serra (Caridade) em 1836.

689. Vicente Ferreira Junior - Aforou 20 palmos de terreno na Rua do Genipapeiro em 09/01/1858.

690. Vicente Ferreira Lima - Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador; Preso por participação na Confederação do Equador, 1825.

691. Vicente Ferreira Marques – Aforou 20 palmos de terreno em 28/01/1860.

692. Vicente Ferreira Mendes Pereira – Possuía casa em 1850; Deputado Provincial de 1835 a 1837.

693. Vicente Jose Pereira Maia (Vicente Pereira Maya) – Aforou 120 braças de terras no Mondego em 16/01/1838.

694. Vicente Menezes

695. Victorino Freires da Silva

696. Xilderico Cícero de Lima e (Alencar Araripe)- Presente a sessão de 10/10/1824, que aprovou o apoio de Monte Mor Novo à Confederação do Equador.
Filho de Tristão Gonçalves de Alencar Araripe e de Ana Porcina Ferreira de Lima(Ana Triste).
Nasceu em 1811 e faleceu a 14/04/1865 em Uruguaiana(RS).
Casou-se em primeiras núpcias com D. Maria Tereza de Jesus Araripe e em segundas núpcias com D. Romana Candida de Araripe.
Militar(Capitão), passou a Residir no Rio Grande do Sul.
Lutou na Guerra do Paraguai.
Filhos:
- Maria Ambrozina de Alencar Faria
- Xilderico de Alencar Araripe Faria
- Maria Faria Araripe de Oliveira
- Luiz de Alencar Araripe
- Tristão de Araripe Faria
- Segismundo Cicero de Alencar Araripe

697. Zacarias José Ferreira – Aforou 80 palmos de terreno na Rua atrás da Rua da Cadeia Nova, defronte a casa de José Rodrigues Videira em 25/05/1875.

1 Palmo = 0,22 cm
1 Braça = 2,20 cm